Previdência se arma para avançar dois dígitos em 2013
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por: Revista Cobertura
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Data: Thu, 17 Jan 2013 Hora: 2:09 PM
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Empresas de previdência privada desenham novos produtos na tentativa de manter o crescimento de dois dígitos apresentados nos últimos anos, diante do cenário de queda de juro e maior concorrência. As novidades passam pela segmentação dos planos e novas formas de fazer o dinheiro render.
A Mongeral Aegon, por exemplo, está focada em aprimorar o portfólio de produtos que garantem renda vitalícia ou por um período predeterminado aos clientes. "Buscamos soluções, inclusive tecnológicas, que melhorem o resultado financeiro da aplicação aos clientes no momento do pagamento da renda.
Ou seja, após o período de acumulação", diz Leonardo Lorenzo, superintendente de marketing da Mongeral Aegon, completando que quer entregar o portfólio de novos produtos para a Superintendência de Seguros Privados (Susep) até o final do primeiro semestre deste ano.
A seguradora quer crescer entre 40% e 50% nos próximos cinco anos. "Entre 2011 e o ano passado, as vendas cresceram 100%. Como seguradora recém-chegada nesse mercado temos enorme potencial de crescimento", diz Lorenzo.
A Brasilprev também prepara o lançamento de um portfólio de produtos que atende tanto à pessoa física quanto às empresas, segundo comentou Ricardo Flores, presidente do braço de previdência privada do Banco do Brasil, no final do ano passado. O executivo não deu detalhes, mas disse que os produtos empresariais terão foco específico em determinados portes de empresas, além de estratégias diferenciadas nas diferentes regiões do país.
Sandro Bonfim, gerente de inteligência de negócios, e Mariane Bottaro, superintendente de gestão estratégica da Brasilprev, disseram que os produtos destinados à pessoa física terão taxas de administração mais baixas se comparado às praticadas atualmente. "Vamos olhar melhor para o investidor de longo prazo e recompensá-lo, além de apresentarmos um conjunto de inovações às classes de menor poder aquisitivo, que entenderam a importância de poupara para a aposentadoria", adiantam os executivos.
Tarcísio Godoy, membro da comissão de investimentos da FenaPrevi, lembra da expectativa do mercado em relação às mudanças que envolverão a legislação que rege os investimentos dos planos, flexibilização dos canais de venda e oferta de novos produtos. "Para este ano esperamos a atualização que regulamentação dos investimentos dos planos - com o aumento dos limites de alocação em renda variável -, flexibilização de planos para investidores qualificados, aprovação do VGBL Saúde e a simplificação da venda de novos produtos", diz.
Para ele, deve haver redução das taxas de administração e do ticket mínimo de aporte, para atrair as classes de menor poder aquisitivo ao mercado de previdência privada. "Este ano promete muitos lançamentos de novos produtos", completa.
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