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<title>Últimos Artigos</title>
<link>http://www.artigopt.com/</link>
<description>Artigos do ArtigoPT</description>
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<title>Trabalhar em Cruzeiros – Guia Completo</title>
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<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 19:42:01 -0500</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Sal&aacute;rios altos, festas, saudades da fam&iacute;lia e muito trabalho. Esta &eacute; a rotina de quem embarca em busca de ganhar dinheiro trabalhando em alto mar a bordo de um navio de cruzeiro. A procura por profissionais dispostos a encarar de 6 meses a 1 ano de trabalho duro em navios de cruzeiros &eacute; grande por parte das ag&ecirc;ncias que capacitam este tipo de profissional.<br /><br />Diversas pessoas encaram o desafio de trabalhar em cruzeiros para ganhar dinheiro e ainda viajar pelo mundo todo sem gastar nada. Na teoria a ideia &eacute; excelente, mas nem tudo &eacute; um mar de rosas.<br /><br />Muita gente quando procura uma empresa de recrutamento e sele&ccedil;&atilde;o tem d&uacute;vidas sobre o trabalho a bordo, a descri&ccedil;&atilde;o do trabalho, como os sal&aacute;rios que s&atilde;o pagos, etc. Vamos responder em baixo a algumas das perguntas que muitos gostariam de ver respondidas e esclarecidas.<br /><br />Que idioma &eacute; essencial para trabalhar a bordo?<br /><br />Todas as companhias possuem o ingl&ecirc;s como idioma oficial, visto que um navio de cruzeiro pode ter at&eacute; 30 nacionalidades diferentes trabalhando a bordo. J&aacute; imaginou ter que conversar em tagalo com um filipino ou hind&uacute; com um indiano? Algumas companhias possuem prefer&ecirc;ncia por mais de 1 de idioma, como o caso da Iberojet e da Costa Cruzeiros, que possuem prefer&ecirc;ncia por candidatos com o idioma espanhol e italiano respectivamente.<br /><br />Caso seja aprovado numa ag&ecirc;ncia de recrutamento, qual o passo seguinte?<br /><br />Se aprovado, ser&aacute; encaminhado para um curso de vida &agrave; bordo, geralmente ministrado por ex-tripulantes. Apesar de assustar algumas pessoas no come&ccedil;o, este curso &eacute; importante, pois transmite a realidade do trabalho num navio de cruzeiro. Passado este treino, vai ser encaminhado para a entrevista com representantes da companhia. Cada companhia possui o seu m&eacute;todo de entrevista e as suas etapas. Estas informa&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o fornecidas pela ag&ecirc;ncia de recrutamento.<br /><br />Passado a entrevista qual o pr&oacute;ximo passo?<br /><br />Exames m&eacute;dicos e STCW (que explicarei a seguir). Os exames m&eacute;dicos variam de companhia para companhia, mas em geral os exames s&atilde;o os seguintes: Hemograma completo, Exames de urina e fezes completo, TGP e TGO para identificar hepatite, Teste de Mantoux (PPD) para identificar tuberculose, Raio-x de pulm&atilde;o, Cultura de garganta (Orofaringe), Anti-doping completo. Este exame detecta qualquer subst&acirc;ncia, e &eacute; realizado por todas as companhias de cruzeiro.<br /><br />Algumas companhias realizam o exame antes do embarque e outras depois de embarcado. Durante o contrato os tripulantes realizam este exame periodicamente. Caso seja identificado subst&acirc;ncia proibida no organismo do tripulante este &eacute; automaticamente desembarcado, e se for encontrado drogas il&iacute;ctas com o tripulante, este &eacute; colocado &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s onde o navio est&aacute; atracado. Em alguns pa&iacute;ses a posse de estupefacientes &eacute; pena de morte, a exemplo do que ocorre na Indon&eacute;sia e Marrocos. Pense bem!<br /><br />Qual a validade dos meus exames? Eles s&atilde;o aceitos em outra companhia?<br /><br />Em geral 1 ano, mas em alguns casos eles podem valer por 2 anos. Como cada companhia possui a sua lista de exames o exame de uma n&atilde;o vale para outra.<br /><br />O que &eacute; STCW?<br /><br />STCW &eacute; a sigla em portugu&ecirc;s para Treino de Vida a Bordo. Foi criado em 1978 e reorganizado em 1995. Todos os tripulantes de navio de cruzeiro s&atilde;o obrigados a realizar este curso a cada 60 meses (5 anos). Nele pode aprender t&eacute;cnicas de sobreviv&ecirc;ncia em caso de desastres, combate a inc&ecirc;ndio, primeiros-socorros e relacionamento inter-pessoal. Poder&aacute; ainda incluir prova pr&aacute;tica de combate a inc&ecirc;ndio e simula&ccedil;&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia em mar aberto.<br /><br />Onde vou embarcar?<br /><br />Depende de onde o navio est&aacute; no dia do seu embarque. Em geral os embarques s&atilde;o realizados nos Estados Unidos ou em algum pa&iacute;s da Europa, quando no meio do ano. Quando no final do ano, pode ser que embarque no Brasil ou EUA.<br /><br />O que &eacute; visto C1D?<br /><br />&Eacute; um visto emitido pelo Consulado dos Estados Unidos para tripulantes de navios de cruzeiro. Caso o seu navio tenha o territ&oacute;rio americano como ponto de paragem, este visto torna-se obrigat&oacute;rio. Na realidade este visto s&atilde;o dois, pois o C1 &eacute; um visto de tr&acirc;nsito, que assegura ao tripulante de navio permanecer 72 horas em solo americano sem a necessidade de visto de turismo e o visto D &eacute; o visto destinado a marinheiros e tripulantes de navios. Informa&ccedil;&otilde;es sobre este visto s&atilde;o passados pela companhia antecipadamente.<br /><br />Tenho que pagar a minha passagem a&eacute;rea?<br /><br />Varia de companhia, pois cada uma possui a sua pol&iacute;tica de contrata&ccedil;&atilde;o. Existem as seguintes situa&ccedil;&otilde;es:<br /><br />&nbsp;&nbsp; 1. Companhias que pagam a passagem de ida e descontam a passagem no sal&aacute;rio, e n&atilde;o pagam a volta, que fica por conta do tripulante.<br />&nbsp;&nbsp; 2. Companhias que n&atilde;o pagam a ida, mas pagam a volta.<br />&nbsp;&nbsp; 3. Companhias que pagam a ida, sem descontos e n&atilde;o pagam a volta.<br />&nbsp;&nbsp; 4. Companhias que pagam a ida e a volta sem descontos.<br />&nbsp;&nbsp; 5. Companhias que n&atilde;o pagam nada. Fica tudo &agrave;s custas do tripulante.<br /><br />Vou saber qual a minha rota?<br /><br />Em alguns casos sim. Quando a companhia o contacta passando informa&ccedil;&otilde;es sobre a sua data de embarque, passagem e contrato, elas informam quais destinos o navio vai estar durante o seu contrato. J&aacute; informa&ccedil;&otilde;es sobre quanto tempo o navio vai ficar atracado em cada cidade s&atilde;o fornecidas em locais espalhados na &aacute;rea de tripulantes durante o cruzeiro.<br /><br />O que &eacute; crew, staff e oficial?<br /><br />Crew &eacute; todo o tripulante que trabalha nos bares, restaurantes e departamento de housekeeping do navio. Em geral os crews possuem os melhores sal&aacute;rios, mas tamb&eacute;m possuem a maior carga hor&aacute;ria de trabalho.<br /><br />Staff s&atilde;o as pessoas que trabalham nos free-shops, casinos, recep&ccedil;&atilde;o, excurs&atilde;o, entretenimento e lojas de fotografia. Em geral ganham bem menos que os crews, exceto os funcion&aacute;rios de free-shop e fotografia que ganham comiss&atilde;o sobre vendas. Em geral dormem em cabines melhores que as dos crews e possuem refeit&oacute;rio separados. Em algumas fun&ccedil;&otilde;es, os staffs usam roupa branca, como por exemplo o pessoal de recep&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Oficial &eacute; todo tripulante que comanda os sinais vitais do navio, como comandante, segundo-comandante, engenheiros, pessoal de manuten&ccedil;&atilde;o, administra&ccedil;&atilde;o, seguran&ccedil;a e recursos humanos. Usam roupa branca e as listas verticais nos ombros indicam qual o grau de import&acirc;ncia possuem no navio. Os oficiais ganham sal&aacute;rio fixo, dormem em cabines privativas e possuem refeit&oacute;rios e camareiros pr&oacute;prios. As companhias geralmente contratam ex-oficiais da marinha e pessoas com cursos e muita experi&ecirc;ncia na fun&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Posso fazer carreira a bordo de um navio?<br /><br />Sim, pode. Para isso basta destacar-se na sua fun&ccedil;&atilde;o e ser bem avaliado pelos seus superiores. Geralmente as promo&ccedil;&otilde;es acontecem depois do primeiro contrato. Existem casos de tripulantes que chegaram a cargos de gest&atilde;o em apenas 3 contratos. Depende onde quer chegar. As companhias gostam de pessoas que fa&ccedil;am carreira a bordo dos navios, pois com isso minimizam custos de treino e contrata&ccedil;&atilde;o de novos tripulantes.<br /><br />Posso mudar de departamento e fun&ccedil;&atilde;o?<br /><br />Pode, mas isso raramente acontece para tripulantes de primeiro contrato. Para se mudar de departamento, precisa esperar a abertura de uma vaga no departamento do seu interesse e candidatar-se &agrave; vaga. Uma entrevista vai ser realizada consigo e a bordo, e se aprovado a sua mudan&ccedil;a &eacute; garantida.<br /><br />Como &eacute; a rotina de trabalho em um cruzeiro?<br /><br />A rotina de trabalho &eacute; bastante puxada j&aacute; que n&atilde;o h&aacute; um dia de folga por completo. H&aacute; lacunas no per&iacute;odo de trabalho, por exemplo: um empregado de quarto vai trabalhar das 7:00 as 13:00 e s&oacute; volta entre as 19:00 e as 23:00. Este &eacute; o tempo que se tem para dormir e descontrair um pouco com a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Que tipo de lazer h&aacute; a bordo para tripulantes?<br /><br />Os cruzeiros investem em festas para que os tripulantes possam se divertir um pouco, conhecer e interagir melhor com a equipa de bordo. Essa iniciativa &eacute; para motivar os funcion&aacute;rios pois a desist&ecirc;ncia &eacute; grande devido a saudades da fam&iacute;lia, cansa&ccedil;o, sentimentos que afloram enquanto se encontra completamente isolado da sua rotina. Outro detalhe, n&atilde;o &eacute; permitido ao funcion&aacute;rio passear pelas &aacute;reas comuns do navio por onde circulam os passageiros, exceto, claro, gar&ccedil;ons e animadores. Mas &eacute; poss&iacute;vel, em per&iacute;odo de folga, quando o navio estiver ancorado, dar um passeio pela cidade, conhecer, fazer compras, fotos, etc.<br /><br />Quanto &eacute; o sal&aacute;rio m&eacute;dio?<br /><br />Aqueles que recebem gratifica&ccedil;&otilde;es dos passageiros (gar&ccedil;ons, barmans, camareiras, etc) ganham em m&eacute;dia entre U$1500 e U$4000 por m&ecirc;s com as gorjetas j&aacute; inclu&iacute;das. Os que n&atilde;o recebem gratifica&ccedil;&otilde;es (t&eacute;cnicos, navegadores e escrit&oacute;rio) recebem entre U$350 e U$500 por semana. Os gastos s&atilde;o praticamente zero, pois as companhias fornecem uniformes, alimenta&ccedil;&atilde;o e acomoda&ccedil;&atilde;o (em geral 2 a 4 tripulantes por cabine). O atendimento m&eacute;dico &eacute; gratuito. O seu empregador ir&aacute; pagar pelo seu seguro sa&uacute;de. O acesso a internet &eacute; caro a bordo, tamb&eacute;m h&aacute; freeshops e bar da tripula&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Quais as vagas oferecidas e como obter mais informa&ccedil;&otilde;es?<br /><br />Num cruzeiro tamb&eacute;m h&aacute; procura por outros profissionais como massagistas, personal trainers, vendedores, recepcionistas, animadores, esteticistas, m&eacute;dicos, entre outros, nesses casos o ingl&ecirc;s fluente &eacute; imprescind&iacute;vel.<br /><br />Posso sair do navio?<br /><br />Pode, mas n&atilde;o poder&aacute; conhecer tudo na velocidade que gostaria. Isso vai depender da sua escala de trabalho no dia que o navio est&aacute; parado. Em geral os crews possuem de 2 a 6 horas de folga em terra.<br /><br />O que &eacute; de responsabilidade da companhia quando estou embarcado?<br /><br />A companhia &eacute; respons&aacute;vel pela sua acomoda&ccedil;&atilde;o, alimenta&ccedil;&atilde;o, uniforme, e assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, sem gerar custos finais ao tripulante. Despesas pessoais (alimenta&ccedil;&atilde;o em terra, compras, liga&ccedil;&otilde;es, etc) s&atilde;o a cargo do tripulante.<br /><br />Posso usar o telefone e a internet a bordo para comunicar com a fam&iacute;lia?<br /><br />Pode. As companhias possuem este servi&ccedil;o a bordo para os tripulantes, mas &eacute; cobrado, pois os telefones e internet do navio funcionam via sat&eacute;lite e o seu custo &eacute; elevado, sendo recomendado o uso somente em casos excepcionais. Caso queira comunicar com algu&eacute;m em terra, espere o navio parar em algum porto.<br /><br />Quantos dias da semana irei trabalhar? Como vou receber o meu sal&aacute;rio? Vou ter que pagar impostos?<br /><br />Os 7 dias da semana s&atilde;o dias de trabalho num navio. Os navios trabalham com time-off. Days-off s&atilde;o dadas em raras ocasi&otilde;es, como em casos de assist&ecirc;ncia m&eacute;dica ou quando um superior achou excelente o desempenho do tripulante na sua fun&ccedil;&atilde;o. Em geral um tripulante que trabalha de manh&atilde; e &agrave; noite, folga a tarde por exemplo. Dever&aacute; receber o seu sal&aacute;rio em dinheiro, livre de impostos, pois trabalha em &aacute;guas internacionais. O dia de pagamento dos tripulantes varia de companhia para companhia.<br /><br />Tenho direito a tratamento m&eacute;dico a bordo?<br /><br />Sim. No ato da contrata&ccedil;&atilde;o a companhia &eacute; automaticamente obrigada a prestar toda a assist&ecirc;ncia m&eacute;dica ao tripulante a bordo, sem custos. Caso seja necess&aacute;rio, a companhia desembarca o tripulante e cobre todas as despesas m&eacute;dico-hospitalares. Em alguns casos a companhia envia o tripulante ao pa&iacute;s de origem para que o tratamento seja realizado e paga todas as despesas de deslocamento e tratamento.<br /><br />Quando vou desembarcar? Quando vou saber do meu reembarque?<br /><br />No dia do seu embarque voc&ecirc; &eacute; comunicado sobre o dia que o contrato vai terminar. Quando o seu contrato termina, caso queira realizar mais um contrato a bordo, a companhia fornece-lhe o dia que voc&ecirc; vai ter que se apresentar novamente.<br /><br />Quanto tempo fico em terra de f&eacute;rias?<br /><br />Em geral o tempo de f&eacute;rias &eacute; de 2 meses.<br /><br />Onde me posso candidatar?<br /><br />H&aacute; muitas ag&ecirc;ncias que oferecem workshop gratuitos sobre a vida a bordo e tamb&eacute;m capacita&ccedil;&atilde;o profissional para a hotelaria mar&iacute;tima. Em Portugal poder&aacute; contactar a empresa Cotandre, Lda (http://www.cotandre.pt). Na Internet poder&aacute; consultar os sites das companhias que pretende candidatar-se.<br /><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Royal Caribbean<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Costa Cruzeiros<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; * MSC Cruzeiros<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Norwegian Cruise Line<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; * Carnival<br /><br />Poder&aacute; ainda consultar os excelentes artigos do site Cruise Ship Jobs em http://www.cruiselinesjobs.com.<br /><br />Bom trabalho!</p> ]]></description>
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<title>Os pensamentos e a sua natureza</title>
<link>http://www.artigopt.com/educacao/filosofia/os-pensamentos-e-a-sua-natureza.html</link>
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<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 07:35:54 -0500</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Analisando a natureza dos pensamentos com profundidade, verificamos que os conceitos comuns n&atilde;o definem a realidade da sua ess&ecirc;ncia.&nbsp; Eles s&atilde;o entidades psicol&oacute;gicas criados pela faculdade de pensar e. quando alimentados pelos elementos constitutivos da energia mental, adquirem vida pr&oacute;pria na mente do ser. S&atilde;o construtivos, quando subordinados &agrave;s diretrizes da intelig&ecirc;ncia, caso contr&aacute;rio, induzem o ser humano a cometer faltas apesar do firme prop&oacute;sito de evit&aacute;-las.</p>
<p>Somente com a ajuda dos elementos logos&oacute;ficos, pude ampliar esse conceito e perceber a sua influ&ecirc;ncia sobre a minha vontade. Observando as minhas atua&ccedil;&otilde;es e atitudes tanto para o bem quanto para o mal, pude verificar que eram consequ&ecirc;ncias de suas interfer&ecirc;ncias. Levavam-me, muitas vezes, a fazer o que n&atilde;o queria e deixava de&nbsp;fazer o que gostaria.</p>
<p>Antes de tomar contato com os ensinamentos logos&oacute;ficos, estava completamente alheio a tudo que existia al&eacute;m dos meus sentidos. N&atilde;o imaginava que pudesse haver algo superior &agrave;s "verdades" que acreditava conceber.</p>
<p>O fato de estar voltado para fora de mim mesmo, em contato apenas com as coisas corriqueiras da vida comum, impedia-me de vislumbrar a possibilidade de elevar a minha vida para um destino superior e descobrir a minha realidade e os valores internos, tais como os meus sistemas mental e sens&iacute;vel, os heredit&aacute;rios e a minha natureza espiritual.</p>
<p>Senti, ent&atilde;o, a necessidade de inverter a dire&ccedil;&atilde;o que estava seguindo. Em vez de me projetar somente para fora, comecei tamb&eacute;m a voltar-me para dentro de mim. Foi exatamente essa invers&atilde;o de rota que me possibilitou valorizar os aspectos internos relacionados com as partes moral e espiritual, o que est&aacute; me possibilitando edificar uma nova vida e encaminh&aacute;-la para um destino superior.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sinval Lacerda</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre a Logosofia e a Funda&ccedil;&atilde;o Logos&oacute;fica:</p>
<p><a href="http://www.logosofia.org.br">www.logosofia.org.br</a></p> ]]></description>
</item>
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<title>Base de Incidência Contributiva – Trabalhadores Independentes</title>
<link>http://www.artigopt.com/negocios/gestao/base-de-incidencia-contributiva-trabalhadores-independentes.html</link>
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<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:38:38 -0500</pubDate>
<description><![CDATA[ <p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">O regime de seguran&ccedil;a social dos trabalhadores independentes destina-se a permitir o acesso ao acesso &agrave; seguran&ccedil;a social das pessoas que exer&ccedil;am actividade profissional por conta pr&oacute;pria[1].</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">O enquadramento dos trabalhadores independentes neste regime &eacute; obrigat&oacute;rio, considerando a lei como tais <em style="mso-bidi-font-style: normal;">&ldquo;os indiv&iacute;duos que exer&ccedil;am actividade profissional sem sujei&ccedil;&atilde;o a contrato de trabalho ou contrato legalmente equiparado e n&atilde;o se encontrem, em fun&ccedil;&atilde;o da mesma, obrigatoriamente abrangidos pelo regime geral da seguran&ccedil;a social dos trabalhadores por conta de outrem&rdquo;</em>[2].</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">S&atilde;o, normalmente, os trabalhadores que se encontrem a trabalhar em regime de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, normalmente o caso dos profissionais liberais, os s&oacute;cios ou membros das sociedades de profissionais, os titulares de direitos sobre explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas com mera actividade de gest&atilde;o, os trabalhadores intelectuais ou, de um modo geral, todos os trabalhadores que se encontrem a trabalhar por conta de outrem sem sujei&ccedil;&atilde;o ao regime de subordina&ccedil;&atilde;o caracter&iacute;stico do contrato de trabalho[3].</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Os c&ocirc;njuges dos trabalhadores que exer&ccedil;am actividade profissional por conta pr&oacute;pria e com eles trabalhem, colaborando no exerc&iacute;cio da sua actividade, com car&aacute;cter de regularidade e de perman&ecirc;ncia s&atilde;o tamb&eacute;m abrangidos pelo presente regime.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Estabelece a lei que a inscri&ccedil;&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria para os trabalhadores que obtenham da actividade por conta pr&oacute;pria, rendimentos anuais il&iacute;quidos superiores ao valor de 6 vezes a remunera&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima mensal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">No caso de dos rendimentos serem inferiores &agrave;quele valor, a inscri&ccedil;&atilde;o &eacute; facultativa, devendo tal dispensa ser requerida pelo interessado atrav&eacute;s do preenchimento do Mod. RV1008/2003 &ndash; DGSSS e entregue no servi&ccedil;o da seguran&ccedil;a social da &aacute;rea de resid&ecirc;ncia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Est&aacute; prevista a isen&ccedil;&atilde;o de contribui&ccedil;&atilde;o para os trabalhadores que exer&ccedil;am pela 1.&ordf; vez actividade por conta pr&oacute;pria, ou seja, o enquadramento n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;rio nos primeiros 12 meses de actividade, ficando o trabalhador dispensado de contribuir durante esse per&iacute;odo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Os trabalhadores que exer&ccedil;am, cumulativamente, actividade independente e outra actividade profissional abrangida por diferente regime obrigat&oacute;rio de protec&ccedil;&atilde;o social (trabalhadores por conta de outrem, funcion&aacute;rios p&uacute;blicos, advogados e solicitadores ou regimes de protec&ccedil;&atilde;o social estrangeiros &ndash; art.&ordm; 11.&ordm; do DL n.&ordm; 328/93), podem requerer a isen&ccedil;&atilde;o da obriga&ccedil;&atilde;o de contribui&ccedil;&otilde;es.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Para tal, deve ser efectuado pedido junto dos servi&ccedil;os da Seguran&ccedil;a Social, atrav&eacute;s de requerimento constante no modelo RC3001/2005 &ndash; DGSSFC e da documenta&ccedil;&atilde;o nele solicitada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">O regime das contribui&ccedil;&otilde;es devidas pelos trabalhadores independentes foi revisto pelo DL n.&ordm; 119/2005, de 22 de Julho, que introduziu a obriga&ccedil;&atilde;o de eleva&ccedil;&atilde;o das suas contribui&ccedil;&otilde;es. Existem 10 escal&otilde;es de base de incid&ecirc;ncia contributiva, indexados ao valor do IAS[4], correspondendo o 1.&ordm; escal&atilde;o a 1,5 x [o valor do IAS] e o &uacute;ltimo a 12 x [o valor do IAS].</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">O prazo de apresenta&ccedil;&atilde;o do requerimento sobre o qual a op&ccedil;&atilde;o escolhida ter&aacute; de ser exercido nos meses de Setembro e Outubro de cada ano, para produzir efeitos a partir de Janeiro do ano seguinte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Situa&ccedil;&otilde;es de baixos rendimentos</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">No caso de situa&ccedil;&otilde;es de baixos rendimentos, as remunera&ccedil;&otilde;es a declarar ser&atilde;o:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">- 50% do valor do IAS, no caso de rendimentos iguais ou inferiores a 6 vezes o IAS (trabalhadores independentes que requeiram o seu enquadramento facultativo no regime).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">- Duod&eacute;cimos do rendimento il&iacute;quido, com limite m&iacute;nimo de 50% do IAS (trabalhadores independentes de enquadramento obrigat&oacute;rio, com rendimentos inferiores a 18 vezes o IAS num determinado ano civil, incluindo o imediatamente anterior ao do inicio do enquadramento no regime. Esta remunera&ccedil;&atilde;o &eacute; aplicada mediante requerimento do interessado).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Por fim, e em resultado da publica&ccedil;&atilde;o da Portaria n.&ordm; 121/2007, de 25 de Janeiro, a participa&ccedil;&atilde;o do in&iacute;cio, suspens&atilde;o ou cessa&ccedil;&atilde;o da actividade profissional dos trabalhadores independentes &eacute; efectuada oficiosamente pela administra&ccedil;&atilde;o fiscal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Ver artigo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">___________________</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">[1] Regulado pelo DL n.&ordm; 328/93, de 25 de Setembro, com as altera&ccedil;&otilde;es do DL n.&ordm; 240/96, de 14 de Dezembro, DL n.&ordm; 397/99, de 13 de Outubro e DL n.&ordm; 119/2005, de 22 de Julho. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">[2] Art.&ordm; 4.&ordm; do DL n.&ordm; 328/93, de 25 de Setembro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">[3] Entende-se que o trabalho &eacute; exercido sem subordina&ccedil;&atilde;o quando o trabalhador tenha, no exerc&iacute;cio da sua actividade, a faculdade de escolher os processos e meios a utilizar, sendo estes, total ou parcialmente, da sua propriedade, vide art.&ordm; 5.&ordm; - n.&ordm; 2 do DL 328/93.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">&nbsp;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">[4] IAS &ndash; Indexante dos Apoios Sociais, institu&iacute;do pela Lei n.&ordm; 53-B/2006, de 29 de Dezembro.</span></span></p> ]]></description>
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<title>Curso de Russo</title>
<link>http://www.artigopt.com/educacao/linguas/curso-de-russo.html</link>
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<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 12:26:08 -0500</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>A absoluta falta de material did&aacute;tico d&iacute;spon&iacute;vel e adequado para o ensino da <strong>l&iacute;ngua russa</strong> no Brasil e o fato de existirem, ainda hoje, pouquiss&iacute;mos <strong>professores de russo</strong> em nosso pa&iacute;s foram os motivos que me levaram a elaborar o <strong>curso de russo</strong>, a fim de que todo brasileiro interessado e desejoso de conhecer o idioma russo possa aprender mais facilmente a l&iacute;ngua de Pushkin, Tolstoi, Dostoievski, Gogol, Tchekhov e outros escritores e poetas russos n&atilde;o menos famosos e conhecidos mundialmente.</p>
<h2>Aprender Russo</h2>
<p>De um modo geral &eacute; comum considerar o russo como uma l&iacute;ngua estranha e dific&iacute;lima de se aprender. Na realidade, n&atilde;o &eacute; mais &aacute;rduo para um brasileiro aprender o russo do que o alem&atilde;o. Com boa vontade e paci&ecirc;ncia, assimila-se o russo coloquial em seis meses e o russo liter&aacute;rio em mais ou menos dois anos. O russo possui uma ortografia fon&eacute;tica, quase todas as palavras se pronunciam como se escrevem, n&atilde;o apresentando , pois, as dificuldades da l&iacute;ngua francesa ou da l&iacute;ngua inglesa, por exemplo. A gram&aacute;tica russa parece, no in&iacute;cio, dif&iacute;cil, por haver seis casos de declina&ccedil;&atilde;o, mas em compensa&ccedil;&atilde;o os verbos, que possuem apenas os tr&ecirc;s tempos do modo indicativo ( passado, presente e futuro), s&atilde;o fac&iacute;limos de se conjugar.</p>
<p>O aluno de russo encontrar&aacute; no curso de russo uma grande quantidade de palavras de origem estrangeira - francesa, inglesa, alem&atilde;, latina, grega, etc. o que simplifica o estudo.</p>
<p>Devemos considerar, ainda, que ap&oacute;s conhecer o russo tem-se meio caminho andado para o estudo de qualquer outro idioma eslavo, como por exemplo, o polon&ecirc;s, o bulg&aacute;ro, o tcheco, o s&eacute;rvio-croata, o esloveno, etc.</p> ]]></description>
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<title>O que são Cabelos Espigados?</title>
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<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 15:40:47 -0500</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Provavelmente tem o <strong>cabelo espigado</strong>. Provavelmente at&eacute; o cortou h&aacute; pouco tempo, na altura ficou brilhante e bonito, mas agora j&aacute; est&aacute; espigado outra vez&hellip; Mas afinal qual ser&aacute; o motivo para ter o cabelo espigado? O bem estar de uma pessoa, tamb&eacute;m se reflecte no seu cabelo. O seu estado de sa&uacute;de, a higiene e o equilibrio alimentar, ou a falta dele, v&atilde;o contribuir para um cabelo mais ou menos saud&aacute;vel.</p>
<p>A primeira aposta, para solucionar este problema, do cabelo espigado, &eacute; sempre cortar o cabelo. Por vezes, o corte n&atilde;o &eacute; suficiente e o problema persiste pouco tempo depois. Isto &eacute; revelador da exist&ecirc;ncia de outras causas para o cabelo estar neste estado. O cabelo espigado, &eacute; quando a cut&iacute;cula est&aacute; dan&iacute;ficada. A falta de hidrata&ccedil;&atilde;o das cut&iacute;culas v&atilde;o assim causar o pouco brilho e a fragilidade dos cabelos. A ponta espigada, &eacute; uma ponta que se abre em dois e origina este problema. Fica-se com a sensa&ccedil;&atilde;o que o cabelo cresce pouco, porque este s&oacute; se desenvolve na raiz, n&atilde;o acompanhado at&eacute; &agrave;s pontas.</p>
<p>O cabelo cresce cerca de 1 cent&iacute;metro por m&ecirc;s, segundo os estudos de especialistas. Mas esta m&eacute;dia, apenas se aplica ao cabelo saud&aacute;vel. Deve-se cortar o cabelo de 2 em 2 meses, para que o cabelo se renove e nas&ccedil;a saud&aacute;vel e sedoso, acabando com as pontas espigadas.</p>
<p>Existem produtos espec&iacute;ficos, para o problema das pontas espigadas, que tamb&eacute;m ajudam a solucionar o problema. Os produtos mais aconselhados, s&atilde;o os que t&ecirc;m na sua base ingredientes como algas marinhas, &oacute;leo de am&ecirc;ndoas, ceramida, silicone ou jojoba. O estado do cabelo tamb&eacute;m &eacute; influenciado pela alimenta&ccedil;&atilde;o. Ingredientes como fruta, cereais, ovos, peixe e carne, como at&eacute; gelatina, contribuem para um cabelo mais saud&aacute;vel. Assim como o contr&aacute;rio tamb&eacute;m se verifica. H&aacute;bitos menos saud&aacute;veis, reflectem-se num cabelo menos saud&aacute;vel. H&aacute;bitos estes como: fumar, ingerir muita gordura, muito sal, &aacute;lcool, v&atilde;o contribuir para este problema.</p>
<p>O clima com pontos extremos, tamb&eacute;m contribui para um mal estar. Fumos, chuva, vento, frio e sol, s&atilde;o elementos, dos quais se deve proteger o cabelo. Para protec&ccedil;&atilde;o destes ataques di&aacute;rios, deve-se escolher um bom champ&ocirc;, um bom amaciador e produto para protec&ccedil;&atilde;o das pontas.</p>
<p>Um correcto manuseamento do cabelo, na hora de lavar e/ou secar tamb&eacute;m contribui para uma melhor manuten&ccedil;&atilde;o. Deve-se massajar o couro cabeludo e n&atilde;o esfregar, aquando da lavagem ou secagem. No caso da secagem, o aconselh&aacute;vel &eacute; sempre deix&aacute;-lo secar naturalmente ao ar, sem at&aacute;-lo enquanto ainda tiver humidade. Se mesmo assim desejar utilizar o secador de cabelo, o conselho &eacute; que seja secado com o secador a 15 cm de dist&acirc;ncia e com uma temperatura m&eacute;dia. Aqui a escolha de um bom secador, tamb&eacute;m pode ajudar a que a secagem seja menos agressiva. Normalmente um secador de cabelo profissional, ter&aacute; caracter&iacute;sticas que ajudam a um cabelo mais saud&aacute;vel.</p>
<p>Cabelo tingido, com permanentes ou ondula&ccedil;&otilde;es, tamb&eacute;m altera&ccedil;&otilde;es agressivas para o cabelo, contribuindo para ter as pontas espigadas.</p>
<p>Estes s&atilde;o os principais cuidados que se deve ter com o cabelo, para que ficar livre de pontas espigadas e tornar-se mais saud&aacute;vel.</p> ]]></description>
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