Artigos sobre Filosofia (Página 4) - Diretório de Artigos em Português

Artigos sobre Filosofia

31: Os pensamentos e a sua natureza
Ao analisarmos a natureza dos pensamentos com profundidade, verificamos que os conceitos comuns não definem a realidade da sua essência. Os pensamentos são entidades psicológicas criadas pela faculdade de pensar. São construtivos quando subordinados às diretrizes da inteligência e da razão; caso contrário, induzem o homem a cometer faltas, apesar do firme propósito de evitá-las.





32: A influência dos pensamentos sobre a vida do ser humano
Os pensamentos são os agentes causais do nosso comportamento e de acordo com a sua índole podem nos levar a praticar tanto o bem quanto o mal. Eles devem ficar subordinados a nossa razão e atender ao que lhes determinamos, porque, geralmente, nos levam a fazer o que não queremos e impedem-nos de fazer o que nos propomos. É uma entidade autônoma que se procria e adquire vida na mente humana, de onde pode passar, depois,a outras mentes sem a menor dificuldade. É comum confundir o pensamento com a mente, com as faculdades e outras funções mentais, mas seria o mesmo que confundir o produto da máquina com o que ela produz.

33: A importância da renovação dos conceitos
Sempre existiu em mim o anelo de ser melhor e de ajudar aos semelhantes. Entretanto, com os meios de que dispunha, proporcionados pelas crenças de um modo geral e pela cultura vigente, apesar das várias tentativas, não consegui resultados satisfatórios. Não consegui, também, atender às aspirações do saber superior nem resolver os problemas da minha inteligência que sempre se manigfestam, levando-me a uma constante prostração mental, moral e espiritual.

Somente com a ajuda os elementos logosóficos tive condições de densenvolver as faculdades dos meus sistemas mental e sensível e principalmente da função de pensar, o que está me proporcionando condições de pensar por mim mesmo, de eliminar os preconceitos, as crenças e as ideias inculcadas.

34: Reflexões sobre a vida
Observando os seres de um modo geral, percebemos que somente aqueles que sentem o despertar da consciência, manifestado pelas inquietudes internas, visando à própria superação, são capazes de interesar-se pelo que está além da vida corrente. Começam, então, a se preocupar com os grandes mistérios da existência, establecendo um contato indireto entre a vida individual e a universal. A atuação dessas inquietudes mantém vivo no homem o anelo de aprofundar-se, cada vez mais, nos mistérios da própria vida.
Os seres, de um modo geral, estão voltados para fora de si mesmos e, dessa forma é praticamente impossível vincular-se com a sua natureza interna ou espiritual.

35: A superação individual com a participação da consciência
Com a ajuda dos elementos logosóficos, comecei a reestruturar a minha vida em suas diversas ordens, procurando debilitar e eliminar as crenças e os preconceitos, por serem nocivos ao desenvolvimento das faculdades mentais e sensíveis, o que prejudica a evolução. Comprovei, também, a influência negativa das dificiências psicológicas na minha vida e senti a necessidde de debillitá-las e, aos poucos, eliminá-las.
Com relação aos pensamentos, pude comprovar que eles são os agentes causais do nosso comportamento, e de acordo com a sua índole podem nos levar a praticar tanto o bem quanto o mal. Para eliminar da mente os pensamentos negativos, procuro fazer, com frequência, a sua seleção, procurando eliminar os negativos e os contrários aos meus propósitos de bem e de superação.

36: A importância da renovação dos conceitos
Sempre existiu em mim o anelo de ser melhor e de ajudar aos semelhantes. Entretanto, com os meios de que dispunha, proporcionados pelas crenças de um modo geral e pela cultura vigente, apesar das várias tentativas, não consegui resultados satisfatórios. Não consegui, também, atender às aspirações do saber superior nem resolver os problemas da minha inteligência que sempre se manigfestam, levando-me a uma constante prostração mental, moral e espiritual.

Somente com a ajuda os elementos logosóficos tive condições de densenvolver as faculdades dos meus sistemas mental e sensível e principalmente da função de pensar, o que está me proporcionando condições de pensar por mim mesmo, de eliminar os preconceitos, as crenças e as ideias inculcadas.

37: Os conhecimentos transcendentes
Os conhecimentos transcendentes são bem superiores aos comuns e imprescindíveis para a superação interna e a evolução espiritual. O autor da Logosofia - Carlos Bernardo González Pecotche - tendo em vista a carência desses conhecimentos, instituiu pela primeira vez na história dos seres humanos o processo de evolução consciente, que tem como ponto de partida o conhecimento de si mesmo e de tudo que se relaciona com a parte transcendental do homem.

Com esses conhecimentos, podemos ampliar a nossa vida, superar-nos internamente, conhecer os semelhantes, a Criação, as Leis Universais, o nosso espírito e o Criador.

Os conhecimentos comuns têm por finalidade atender às necessidades físicas, externa e à subsistência do ser humano.

38: Diferenças fundamentais entre os conhecimentos comuns e os trancendentes
Os conhecimentos transcendentes são imprescindíveis para a realização do processo de evolução consciente, que o autor da Logosofia - Carlos Bernardo Gonzáles Pecotche - criou e ensina a realizar nas Fundações Logosóficas com a finalidade de atender a nossa natureza superior ou espiritual. São fundamentais para superação das ordens moral e espiritual, porque somente por meio deles podemos ampliar a nossa vida, superar-nos internamente, conhecer a nós mesmos, os semelhantes, a Criação, as Leis Universais, o nosso espírito e o Criador.

39: A superação individual com a participação da consciência
A Logosofia propicia ao homem a realização do processo de evolução consciente, que tem como ponto de partida o conhecimento de si mesmo, dos semelhantes, do mundo mental, das Leis Universais e do próprio espírito.

40: Os pensamentos e a sua natureza
Os conceitos comuns não definem a realidade da essência dos pensamentos. Eles são entidades psicológicas criados pela faculdade de pensar e, quando alimentados pelos elementos contitutivos da energia mental, adquirem vida própria na mente do ser.
Os seres, de um modo geral, estão voltados para fora de si mesmos, o que os impossibilita de tomar contato com o interno e, consequentemente com a sua natureza espiritual.
Eles interferem na vontade do ser, levando-o a fazer o que não quer e impedindo-o de fazer o que gostaria. Eles podem ser positivos e negativos, autônomos e dependentes da inteligência ou da vontade, próprios ou alheios.


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