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<title>Últimos Artigos sobre Política</title>
<link>https://artigopt.com/</link>
<description>Artigos do ArtigoPT</description>
<language>pt-PT</language>
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<title>Dr. Domingos Salis de Araújo avalia: Estabilidade gestante para o homem</title>
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<pubDate>Fri, 09 May 2014 08:14:20 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Nos &uacute;ltimos anos, a Justi&ccedil;a do Trabalho passou a entender que a estabilidade gestante tem por objetivo proteger o feto, relegando a prote&ccedil;&atilde;o &agrave; mulher a um segundo plano. A mat&eacute;ria &eacute; avaliada por&nbsp;<a href="http://araujo.adv.br/" target="_blank"><strong>Dr. Domingos Salis de Ara&uacute;jo</strong></a>.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Para, para, para tudo! Ficou maluco? Como assim estabilidade gestante para o homem? Esse seria o espanto com que muitos juristas receberiam essa not&iacute;cia h&aacute; alguns anos atr&aacute;s. De fato ainda n&atilde;o &eacute; uma realidade, por&eacute;m, hoje &eacute; poss&iacute;vel cogitar essa possibilidade.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">A estabilidade gestante est&aacute; prevista na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal no artigo 10, II,"b" dos Atos das Disposi&ccedil;&otilde;es Constitucionais Transit&oacute;rias pelo qual fica vedada a dispensa sem justa causa "da empregada gestante, desde a confirma&ccedil;&atilde;o da gravidez at&eacute; cinco meses ap&oacute;s o parto".</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Historicamente referido dispositivo era interpretado como uma prote&ccedil;&atilde;o, em primeiro plano, &agrave; mulher trabalhadora gestante, deixando para o segundo plano o feto, motivo pelo qual se admitia a dispensa arbitr&aacute;ria ou sem justa causa nos contratos de experi&ecirc;ncia e no aviso pr&eacute;vio, entendimento pac&iacute;fico no Tribunal Superior do Trabalho at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Nos &uacute;ltimos anos houve uma mudan&ccedil;a dr&aacute;stica nesse cen&aacute;rio e passou-se a entender que o objetivo da norma era justamente o de proteger o feto e, n&atilde;o, a mulher trabalhadora propriamente dita, promovendo uma gesta&ccedil;&atilde;o mais tranquila com a manuten&ccedil;&atilde;o do emprego, livrando a mulher do estresse, afli&ccedil;&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es com o desemprego e permitindo que pudesse prover seu sustento e o da crian&ccedil;a por um determinado per&iacute;odo.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Com isso, at&eacute; mesmo em caso de gravidez nos contratos a prazo como &eacute; o de experi&ecirc;ncia ou no per&iacute;odo do aviso pr&eacute;vio, passou-se a garantir &agrave; gestante a estabilidade provis&oacute;ria uma vez que se lan&ccedil;a o olhar &agrave; prote&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a que se forma no ventre da trabalhadora, garantindo a esta uma gesta&ccedil;&atilde;o tranquila. Com esse entendimento, quest&otilde;es antes discutidas como, por exemplo, o conhecimento ou n&atilde;o da gravidez pelo empregador cai por terra ou, ainda, se &eacute; necess&aacute;rio ou n&atilde;o motivos para n&atilde;o aceitar de volta o emprego, tamb&eacute;m n&atilde;o se discute mais, podendo a mulher optar por receber indeniza&ccedil;&atilde;o correspondente.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Assim, se o objetivo da norma &eacute; proteger o feto, por que n&atilde;o aplic&aacute;-la ao homem que prov&ecirc; mesmo que com a ajuda da esposa ou da companheira o sustento de sua fam&iacute;lia?</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">N&atilde;o se trata de igualdade entre os sexos, argumento j&aacute; ultrapassado, mas da aplica&ccedil;&atilde;o plena do objetivo da norma, pois do mesmo modo que uma gestante trabalhadora que perde o emprego tamb&eacute;m perde o sossego, a futura mam&atilde;e que depende exclusivamente ou n&atilde;o do marido ou do companheiro para prover uma gravidez tranquila se afligir&aacute; com as incertezas e inseguran&ccedil;as do desemprego de seu companheiro, sem contar as necessidades b&aacute;sicas e especiais deste per&iacute;odo e nos primeiros meses do rec&eacute;m-nascido.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Muitos devem estar questionando, mas a norma n&atilde;o diz "empregadA", ent&atilde;o como aplic&aacute;-la ao homem? E eu respondo com outra pergunta: qual lei permitiu a uni&atilde;o est&aacute;vel e o casamento entre pessoas do mesmo sexo? O artigo 226, &sect; 3&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal diz expressamente que "Para efeito da prote&ccedil;&atilde;o do Estado, &eacute; reconhecida a uni&atilde;o est&aacute;vel entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua convers&atilde;o em casamento". Acontece que o Brasil evoluiu e hoje se sabe que a norma escrita serve para dar um norte ao aplicador do direito, devendo ser interpretada de acordo com a evolu&ccedil;&atilde;o da sociedade, do momento em que vivemos, motivo pelo qual o Supremo Tribunal Federal, mesmo diante de norma expressa na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, garantiu aos homossexuais o direito de ter reconhecida a uni&atilde;o est&aacute;vel e, consequentemente, de se casarem.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Logo, se o entendimento atual &eacute; o de que a norma tem por objetivo a prote&ccedil;&atilde;o do feto, referido direito pode e deve ser estendido ao marido ou companheiro, independentemente da exist&ecirc;ncia de norma espec&iacute;fica, garantindo plenamente a prote&ccedil;&atilde;o a que se prop&otilde;e.</p> ]]></description>
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<title>Eletrobras perdeu R$ 19 bi em 2013 por ter renovado concessão, avalia Marcus Herndl Filho</title>
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<pubDate>Mon, 05 May 2014 14:44:56 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Em vez de amargar um preju&iacute;zo de R$ 6,3 bilh&otilde;es em 2013, a Eletrobras poderia ter ganho uma receita extra de R$ 19 bilh&otilde;es no ano passado. O assunto &eacute; avaliado pelo gestor&nbsp;<a href="http://marcusherndl.com.br/" target="_blank"><strong>Marcus Herndl Filho</strong></a>. Os recursos adicionais seriam obtidos se a companhia n&atilde;o tivesse aderido &agrave; proposta de prorroga&ccedil;&atilde;o antecipada das concess&otilde;es de gera&ccedil;&atilde;o e transmiss&atilde;o, em dezembro de 2012, e se beneficiado do pre&ccedil;o elevado da energia no mercado de curto prazo no per&iacute;odo.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">O c&aacute;lculo foi apresentado pelos membros independentes do conselho de administra&ccedil;&atilde;o da empresa, Marcelo Gasparino e Jo&atilde;o Ant&ocirc;nio Lian, em carta &ndash; &agrave; qual o Valor teve acesso &ndash; enviada &agrave; presidente Dilma Rousseff e o presidente do conselho da estatal, M&aacute;rcio Zimmermann, que tamb&eacute;m &eacute; secret&aacute;rio-executivo do Minist&eacute;rio de Minas e Energia (MME), em dezembro de 2013.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">"Esta folga financeira, que a companhia n&atilde;o teve, somada a in&eacute;rcia natural de uma estatal do porte da Eletrobras, levou &agrave; situa&ccedil;&atilde;o de inviabilidade econ&ocirc;mico-financeira caso n&atilde;o ocorra expressivo aporte de capital", afirmam os conselheiros na carta. O documento cont&eacute;m ainda 17 iniciativas para resgatar a empresa, cujo valor de mercado recuou de R$ 16,5 bilh&otilde;es, em abril de 2004, para R$ 10,8 bilh&otilde;es hoje, enquanto o &Iacute;ndice de Energia El&eacute;trica (IEE) na BM&amp;FBovespa saltou 310% no mesmo per&iacute;odo. De acordo com o gestor&nbsp;<strong>Marcus Herndl</strong>, o momento &eacute; para estabilidade no mercado e cuidado nas a&ccedil;&otilde;es tribut&aacute;rias.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Procurado, Gasparino, que &eacute; indicado por minorit&aacute;rios para ser reconduzido ao cargo, em assembleia geral ordin&aacute;ria em 30 de abril, que tamb&eacute;m vai deliberar sobre o resultado de 2013, confirmou o teor do documento. Ele contou ainda que os minorit&aacute;rios avaliam fazer uma reclama&ccedil;&atilde;o formal contra &agrave; administra&ccedil;&atilde;o e &agrave; controladora da Eletrobras, a Uni&atilde;o, na Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM).</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">O conselheiro tamb&eacute;m tra&ccedil;ou um cen&aacute;rio tenebroso para a companhia. "Se continuar dessa maneira, a Eletrobras precisar&aacute; ser capitalizada ainda este ano para sobreviver", afirmou. Para ele, a empresa precisa fazer uma opera&ccedil;&atilde;o financeira para colocar R$ 10 bilh&otilde;es no caixa em 2014.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Conselheiro diz que a empresa precisa de uma opera&ccedil;&atilde;o financeira para colocar R$ 10 bilh&otilde;es no caixa em 2014</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Gasparino e Lian votaram contra as demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras de 2013, discutidas na reuni&atilde;o do conselho na semana passada, quando foi aprovado o preju&iacute;zo de R$ 6,287 bilh&otilde;es &ndash; o segundo pior resultado de uma companhia aberta no ano passado, atr&aacute;s apenas da petroleira &Oacute;leo e G&aacute;s Participa&ccedil;&otilde;es (Ex- OGX), que est&aacute; em recupera&ccedil;&atilde;o judicial e amargou preju&iacute;zo de R$ 17,4 bilh&otilde;es.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Segundo Gasparino, as demonstra&ccedil;&otilde;es foram apresentadas apenas no momento da reuni&atilde;o e continham mais de 300 p&aacute;ginas, tornando invi&aacute;vel sua an&aacute;lise naquele momento. O conselheiro n&atilde;o comentou informa&ccedil;&atilde;o apurada pelo Valor de que ele e Lian teriam abandonado a reuni&atilde;o, em protesto, logo ap&oacute;s a vota&ccedil;&atilde;o do primeiro item, que tratava justamente das demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras e pagamento de dividendos.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">As propostas apresentadas pelos conselheiros na carta, dizem especialistas, contrariam tabus que engessam a gigante el&eacute;trica at&eacute; hoje. Eles defendem, por exemplo, a cria&ccedil;&atilde;o de vice-presid&ecirc;ncias na holding. Os vice-presidentes tamb&eacute;m assumiriam a presid&ecirc;ncia das subsidi&aacute;rias, entre elas Furnas e Chesf, conhecidas como as duas controladas mais "rebeldes" do grupo estatal.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">"O membro do conselho representante dos minorit&aacute;rios tem o dever de fiscalizar a empresa e o direito de propor solu&ccedil;&otilde;es. Cabe ao controlador aprovar, ou n&atilde;o, as propostas", afirmou Gasparino. "A carta era um sinal de alerta de que a empresa est&aacute; na UTI. Mas n&atilde;o houve resposta [do controlador]", completou.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">A Eletrobras contratou a consultoria Roland Berger para elaborar um estudo sobre a reestrutura&ccedil;&atilde;o do grupo, que deve ser conclu&iacute;do em junho. Em desabafo, Gasparino afirmou que n&atilde;o acredita que a Eletrobras implementar&aacute; as medidas que ser&atilde;o sugeridas pela consultoria.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">"[O estudo] vai servir para esperamos por mais um ano para que seja tomada alguma provid&ecirc;ncia, e que, no fim, n&atilde;o ser&aacute; tomada. E gastamos mais R$ 4 milh&otilde;es com o estudo", afirmou ele.</p>
<p style="margin-bottom: 1.3em; color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 21px;">Com informa&ccedil;&otilde;es do Jornal Valor</p> ]]></description>
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<title>Marcus Herndl Filho comenta: Mercado questiona modelo da BR Insurance</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/politica/marcus-herndl-filho-comenta-mercado-questiona-modelo-da-br-insurance.html</link>
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<pubDate>Mon, 05 May 2014 10:08:37 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Ap&oacute;s a Brasil Insurance apresentar resultado fora do esperado por analistas no quarto trimestre, o modelo de neg&oacute;cios da holding de corretoras de seguros &ndash; que tem nas aquisi&ccedil;&otilde;es sua principal estrat&eacute;gia de crescimento &ndash; foi colocado em xeque pelo mercado. O caso &eacute; comentado por&nbsp;<a href="http://marcusherndl.com.br/" target="_blank">Marcus Herndl Filho</a>.&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Em teleconfer&ecirc;ncia sobre o balan&ccedil;o, a dire&ccedil;&atilde;o da companhia apresentou um projeto de reestrutura&ccedil;&atilde;o organizacional, que analistas consideraram positivo por mitigar alguns dos riscos que ficaram evidentes ap&oacute;s os n&uacute;meros de 2013. Mas ainda assim recomendam cautela. Na quinta-feira, o presidente da empresa, Tuca Ramos, anunciou que vai deixar o cargo quando seu mandato acabar, no come&ccedil;o de maio.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Em meio a esse fluxo de not&iacute;cias, as a&ccedil;&otilde;es da companhia ca&iacute;ram 45,6% na semana passada, com a maior desvaloriza&ccedil;&atilde;o concentrada na segunda, primeiro dia &uacute;til ap&oacute;s a divulga&ccedil;&atilde;o dos resultados.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">"Os n&uacute;meros vieram t&atilde;o mais fracos do que nossas expectativas e do mercado que o atual modelo de neg&oacute;cios foi posto &agrave; prova", dizem os analistas do J. Safra Francisco Kops e Giovanna Rosa, em relat&oacute;rio. O lucro l&iacute;quido da companhia caiu 58% no quarto trimestre, para R$ 13,9 milh&otilde;es. "Entre os fatores que pesaram sobre o resultado est&atilde;o a perda do valor dos ativos ("impairment") e o cancelamento de contratos", comenta&nbsp;Marcus Herndl.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Jo&atilde;o Augusto Sales, da Lopes Filho, observa que essa perda de valor dos ativos est&aacute; ligada &agrave;s aquisi&ccedil;&otilde;es da companhia. O analista lembra que desde o IPO, em novembro de 2010, a empresa j&aacute; efetuou 25 aquisi&ccedil;&otilde;es, ao pre&ccedil;o m&eacute;dio de R$ 20 milh&otilde;es cada. O pagamento das aquisi&ccedil;&otilde;es &eacute; feito, em geral, 50% em a&ccedil;&otilde;es da Brasil Insurance e 50% em dinheiro. O percentual pago em dinheiro &eacute; dividido entre 25% &agrave; vista e 25% a prazo &ndash; condicionado &agrave; performance operacional futura da corretora adquirida ("earn out").</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">"O risco, obviamente, reside a&iacute;. Caso a avalia&ccedil;&atilde;o dos ativos adquiridos n&atilde;o atenda as expectativas, o 'impairment' tem que ser contabilizado. A situa&ccedil;&atilde;o fica mais cr&iacute;tica na an&aacute;lise da BR Insurance diante do pequeno hist&oacute;rico de opera&ccedil;&atilde;o da companhia, para que se possa avaliar com precis&atilde;o os acertos de tais aquisi&ccedil;&otilde;es", avalia Sales.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Os analistas da casa de an&aacute;lise Empiricus j&aacute; haviam alertado em relat&oacute;rios que n&atilde;o h&aacute; "almo&ccedil;o gr&aacute;tis". "Compras pagas de maneira diferida, com alto percentual de 'earn-outs' e amparadas em troca de a&ccedil;&otilde;es acabam cobrando a fatura mais tarde", escreveram na &uacute;ltima an&aacute;lise sobre a Brasil Insurance, que &eacute; anterior &agrave; divulga&ccedil;&atilde;o do balan&ccedil;o do quarto trimestre.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Os analistas do J. Safra revisaram a recomenda&ccedil;&atilde;o para a a&ccedil;&atilde;o da Brasil Insurance de "outperform" (performance acima do mercado) para neutra, al&eacute;m de reduzirem de forma expressiva o pre&ccedil;o-alvo do papel, de R$ 23,80 para R$ 13,10. Eles observam que n&atilde;o parece racional rebaixar uma a&ccedil;&atilde;o depois de tamanha desvaloriza&ccedil;&atilde;o, e ainda mais depois do an&uacute;ncio da maior reestrutura&ccedil;&atilde;o da empresa at&eacute; agora. Explicam, por&eacute;m, que "a visibilidade sobre os resultados futuros tornou-se m&iacute;nima, justificando assim uma abordagem mais conservadora para a a&ccedil;&atilde;o".</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Um dos pontos cr&iacute;ticos para a empresa &eacute; a remunera&ccedil;&atilde;o dos 27 s&oacute;cios-fundadores da holding, segundo os analistas do J. Safra. Ap&oacute;s o per&iacute;odo de "lock-up" (prazo no qual os acionistas originais n&atilde;o podem vender as a&ccedil;&otilde;es provenientes do IPO), os s&oacute;cios-fundadores poder&atilde;o vender seus pap&eacute;is, o que pode reduzir seu "alinhamento e incentivo com a empresa".</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Os analistas da Empiricus destacam que os alicerces da Brasil Insurance s&atilde;o "fragilmente" dependentes do pre&ccedil;o da a&ccedil;&atilde;o e que o mercado estava preocupado com a desova da a&ccedil;&otilde;es dos s&oacute;cios-fundadores com o fim do per&iacute;odo de "lock-up".</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">O Goldman Sachs manteve a recomenda&ccedil;&atilde;o de compra para os pap&eacute;is da Brasil Insurance, mas colocou o pre&ccedil;o-alvo e as proje&ccedil;&otilde;es para a empresa em revis&atilde;o. "Continuamos a ver a proposta de longo prazo oferecida pela empresa como s&oacute;lida, e no geral inalterada pelo trimestre fraco", escreveram os analistas do banco em relat&oacute;rio.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Na teleconfer&ecirc;ncia de resultados, a companhia anunciou o "Projeto Evolu&ccedil;&atilde;o", no qual a far&aacute; uma reestrutura&ccedil;&atilde;o, verticalizando a estrutura da empresa. Tamb&eacute;m est&aacute; nos planos internalizar processos importantes, investimentos em tecnologia e mudan&ccedil;as na &aacute;rea comercial.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Outro an&uacute;ncio importante foi o das mudan&ccedil;as no conselho de administra&ccedil;&atilde;o. Os analistas do J. Safra pontuam a entrada dos seguintes executivos no conselho: Geraldo Travaglia Filho, ex-vice-presidente do Unibanco; David Peter Trezies, ex-executivo da Marsh; e Rog&eacute;rio Ziviani, ex-executivo da Suzano e membro do conselho da Contax e Autometal. "Essas mudan&ccedil;as iriam aumentar a participa&ccedil;&atilde;o dos membros independentes para 60% [do conselho]", afirmam os analistas.</p>
<p style="margin: 0px 0px 25px; color: #333333; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px;">Com informa&ccedil;&otilde;es do Jornal Valor</p> ]]></description>
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<title>Marcus Herndl Filho comenta: Alta de energia traz mais pressão para IPCA no ano</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/politica/marcus-herndl-filho-comenta-alta-de-energia-traz-mais-press%25c3%25a3o-para-ipca-no-ano.html</link>
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<pubDate>Fri, 11 Apr 2014 12:55:23 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Em um ano em que o grande temor era a &ldquo;tempestade perfeita&rdquo;, n&atilde;o se imaginava que o verdadeiro risco viria da falta de chuvas. A combina&ccedil;&atilde;o do rebaixamento da nota do Brasil com uma redu&ccedil;&atilde;o mais forte de est&iacute;mulos &agrave; economia americana n&atilde;o ocorreu como o esperado e o clima hoje &eacute; o fator com potencial para espalhar not&iacute;cias ruins por toda a economia. O fato &eacute; avaliado pelo empreendedor&nbsp;<a href="http://marcusherndl.com.br/" target="_blank">Marcus Herndl Filho</a>.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">As expectativas para o&nbsp;&Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo&nbsp;(IPCA) de mar&ccedil;o, que ser&aacute; divulgado hoje pelo IBGE, e tamb&eacute;m de 2014 t&ecirc;m engordado n&atilde;o s&oacute; por conta do impacto da falta de chuvas sobre o grupo de alimentos, mas de outro fator importante: os reajustes de pre&ccedil;os de energia el&eacute;trica, que come&ccedil;am a ser autorizados pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel). Na segunda-feira, j&aacute; foram definidos aumentos para algumas distribuidoras.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Priscilla Burity, economista do Brasil Plural, diz que se o reajuste da Cemig fosse replicado &agrave;s outras distribuidoras &ndash; algumas delas, como a Copel, ainda mais sujeitas ao mercado de curto prazo &ndash; o efeito sobre o IPCA de 2014 seria de mais 0,4 ponto percentual. Por enquanto, o cen&aacute;rio do Brasil Plural conta com um reajuste m&eacute;dio de energia menor, de 6%, o que n&atilde;o deve impedir que a infla&ccedil;&atilde;o medida pelo IPCA encerre o ano pr&oacute;xima do teto da meta, em 6,4%.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A LCA Consultores elevou ligeiramente a estimativa para o IPCA no ano, de 6,1% para 6,2%. Embora os ajustes anunciados por enquanto envolvam apenas uma capital (Belo Horizonte) das 13 que fazem parte da coleta da coleta de pre&ccedil;os para o IPCA, a consultoria avalia que foi aberto um &ldquo;precedente&rdquo;. &ldquo;O reajuste para as demais distribuidoras deve seguir o exemplo da Cemig&rdquo;, diz o economista &Eacute;tore Sanchez, da LCA, que espera alta de 7% nas tarifas residenciais da AES Sul e de 8,5% para a Coelce.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Para a consultoria, que estimava reajuste m&eacute;dio de 7% na tarifa de energia el&eacute;trica residencial em 2014 e agora espera 9%, a conta de continuar&aacute; pesando no bolso dos consumidores nos pr&oacute;ximos anos, mesmo com a recomposi&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis dos reservat&oacute;rios.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A MCM Consultores manteve em 12% a estimativa para a eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os de energia no IPCA em 2014 e 2015. Mas a composi&ccedil;&atilde;o prevista para ambos os reajustes mudou ap&oacute;s o an&uacute;ncio da Aneel de que a proje&ccedil;&atilde;o para o d&eacute;ficit da Conta de Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE) caiu de R$ 5,6 bilh&otilde;es para R$ 1,7 bilh&atilde;o em 2014. &ldquo;N&atilde;o trabalh&aacute;vamos com essa mudan&ccedil;a aos 48 minutos do segundo tempo&rdquo;, diz o economista-chefe da MCM, Fernando Genta. No cen&aacute;rio da MCM, o IPCA vai subir 6,4% em 2014, com alta de 5,3% dos pre&ccedil;os administrados. J&aacute; em 2015, o IPCA deve subir 6%, com avan&ccedil;o maior, de 6,8%, dos itens monitorados.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">No caso dos alimentos, a falta de chuvas deve ter um efeito sobre o IPCA mais passageiro, mas n&atilde;o desprez&iacute;vel. A Tend&ecirc;ncias revisou o IPCA de mar&ccedil;o de 0,58% para 0,83% e, para o ano, espera alta de 6%, sendo prov&aacute;vel que o dado seja revisto para cima. Pelo mesmo motivo, o Goldman Sachs mudou as estimativas para o IPCA em 2014, de 5,9% para 6,2%. Segundo analistas, as coletas no atacado e no varejo ainda mostram vigor, sugerindo que os pre&ccedil;os em abril devem seguir pressionados por alimentos.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Alessandra Ribeiro, da Tend&ecirc;ncias, diz que, pela sazonalidade, a alta esperada para alimenta&ccedil;&atilde;o no IPCA era pr&oacute;xima de 0,66%, mas deve chegar a 2,02% em mar&ccedil;o. No etanol, por meio dos impactos da entressafra e da estiagem sobre as safras de cana, a alta geralmente perto de 1,05% pode chegar a 3,9%.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Para Alberto Ramos, diretor de pesquisas econ&ocirc;micas para a Am&eacute;rica Latina do Goldman Sachs, embora a seca seja um fen&ocirc;meno incontrol&aacute;vel, o fato de o choque acabar contaminando as expectativas de infla&ccedil;&atilde;o exigiria uma atua&ccedil;&atilde;o mais firme da autoridade monet&aacute;ria, mas estudo econom&eacute;trico feito pelo banco indica que h&aacute; uma tend&ecirc;ncia de o governo acomodar os choques de oferta. &ldquo;Isso por acreditar que subir os juros a 40% n&atilde;o vai alterar o pre&ccedil;o do tomate ou da soja em Chicago&rdquo;. Isso seria verdade, segundo Ramos, se o choque de alimentos n&atilde;o afetasse o n&uacute;cleo e as expectativas de infla&ccedil;&atilde;o &ndash; o que acaba ocorrendo.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">H&aacute; ainda a possibilidade de cortes de energia, que n&atilde;o est&aacute; no radar do governo, mas permanece no de v&aacute;rios analistas, cujas contas buscam dimensionar os impactos que a medida teria sobre o Produto Interno Bruto (PIB). A despeito da leve melhora dos reservat&oacute;rios das regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste em mar&ccedil;o, c&aacute;lculos da Tend&ecirc;ncias indicam que um racionamento teria um efeito negativo sobre a atividade entre 0,8 ponto percentual e 1,3 ponto percentual, a depender do cen&aacute;rio: o que embute um corte m&eacute;dio de energia de 10% e outro que contempla redu&ccedil;&atilde;o de 15%.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">O exerc&iacute;cio foi baseado em metodologia do BC de 2001, quando um corte de cerca de 20% de energia reduziu o crescimento para 1,3%, ante 4% apontado pelo Focus no fim de 2000. Para a consultoria, &eacute; improv&aacute;vel que algo dessa magnitude ocorra em 2014, por conta de linhas de transmiss&atilde;o interligadas e alta da participa&ccedil;&atilde;o das t&eacute;rmicas de 14% da gera&ccedil;&atilde;o total de energia em 2001 para 26%.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Ainda assim, os cen&aacute;rios desenhados pela consultoria reduziriam um PIB j&aacute; magro, estimado pela Tend&ecirc;ncias em 1,9%, para algo entre 0,6% e 1,1%. Baseado na mesma metodologia do BC, o Brasil Plural prev&ecirc; um impacto ainda maior de um eventual racionamento sobre o PIB: um corte de 10% de energia retiraria 1,4 ponto percentual do PIB em 2014.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Para Ramos, do Goldman Sachs, o clima n&atilde;o seria fonte de tantas incertezas se a infla&ccedil;&atilde;o estivesse na meta &ndash; o que impediria que o evento atingisse outros pre&ccedil;os. O problema, diz ele, &eacute; a baixa credibilidade da pol&iacute;tica monet&aacute;ria. &ldquo;Quando a infla&ccedil;&atilde;o roda a um n&iacute;vel elevado, qualquer choque, mesmo que seja de oferta, acaba se propagando a outros pre&ccedil;os&rdquo;, afirma. &ldquo;Estamos remando contra a mar&eacute;&rdquo;, diz referindo-se a outro fen&ocirc;meno natural poderoso.</p> ]]></description>
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<title>Raízen compra distribuidora com 270 postos no Sul</title>
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<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 15:35:37 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px;">A Ra&iacute;zen, joint venture entre o grupo Cosan e a Shell no mercado de etanol e de distribui&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;vel, adquiriu o controle da distribuidora Latina, com sede em Esteio, na regi&atilde;o metropolitana de Porto Alegre, e atua&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o Sul. O contrato entre as duas empresas j&aacute; foi assinado. O empreendedor&nbsp;<a href="http://leonidasherndl.com.br/" target="_blank">Le&ocirc;nidas Herndl</a>&nbsp;comenta o caso.&nbsp;</p>
<p style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px;">Segundo o escrit&oacute;rio de advocacia Zulmar Neves, que assessorou a distribuidora ga&uacute;cha na negocia&ccedil;&atilde;o, a Ra&iacute;zen arrematou 100% das cotas da Latina. O valor da opera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi divulgado pelas duas companhias. A aprova&ccedil;&atilde;o da compra pelo Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade) foi publicada, &ldquo;sem restri&ccedil;&otilde;es&rdquo;, na edi&ccedil;&atilde;o de 28 de fevereiro do Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o.</p>
<p style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px;">Com a aquisi&ccedil;&atilde;o, a Ra&iacute;zen aumenta em aproximadamente 85% o n&uacute;mero de postos de combust&iacute;veis somente no Rio Grande do Sul. &ldquo;A Shell est&aacute; em ritmo de expans&atilde;o no Estado para competir com a BR Distribuidora [da Petrobras ] e a Ipiranga [do grupo Ultra ]&ldquo;, afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Com&eacute;rcio de Min&eacute;rios e Derivados de Petr&oacute;leo (Sitramico-RS), &Acirc;ngelo Martins.</p>
<p style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px;">Conforme o sindicalista, a Ra&iacute;zen tem 260 postos Shell no Rio Grande do Sul, enquanto a Latina tem 220 no Estado. A distribuidora adquirida mant&eacute;m ainda 30 unidades de servi&ccedil;os em Santa Catarina e 20 no Paran&aacute;, informou Martins, al&eacute;m de seis bases de distribui&ccedil;&atilde;o, em Canoas, Iju&iacute; e Rio Grande (RS), Bigua&ccedil;u e Itaja&iacute; (SC) e Arauc&aacute;ria (PR).</p>
<p style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px;">Em todo o pa&iacute;s, o n&uacute;mero de postos Shell chega a 4,7 mil, que comercializam 22 bilh&otilde;es de combust&iacute;veis por ano, segundo informa&ccedil;&otilde;es da p&aacute;gina da Ra&iacute;zen na internet. O&nbsp;Valor&nbsp;entrou em contato com a empresa, mas a assessoria informou que n&atilde;o havia qualquer executivo dispon&iacute;vel para comentar o assunto. Foi feito contato tamb&eacute;m com a Latina, mas ningu&eacute;m atendeu ao telefone no fim da tarde.</p>
<p style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px;">No ano passado, a comercializa&ccedil;&atilde;o de etanol hidratado, gasolina tipo C e &oacute;leo diesel nos tr&ecirc;s Estados da regi&atilde;o Sul alcan&ccedil;ou 20,6 bilh&otilde;es de litros, conforme a Ag&ecirc;ncia Nacional do Petr&oacute;leo (ANP). O volume representou 18,6% das vendas de todo o pa&iacute;s, enquanto apenas no Rio Grande do Sul o total chegou a 7 bilh&otilde;es de litros, com participa&ccedil;&atilde;o de 6,3% sobre o total nacional.</p>
<p style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px;">A Latina foi fundada em 1998 a partir da uni&atilde;o de transportadores e revendedores de combust&iacute;veis no Rio Grande do Sul. Conforme o presidente do Sitramico-RS, a empresa tem cerca de 110 funcion&aacute;rios na &aacute;rea de distribui&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o vinha apresentando dificuldades financeiras, mas h&aacute; poucos meses foi abalada pela morte do acionista majorit&aacute;rio, Henrique Stefani.</p> ]]></description>
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<title>Soja toma espaço do milho na safra”, comenta empreendedor Marcus Herndl Filho</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/politica/soja-toma-espa%25c3%25a7o-do-milho-na-safraa%2580%259d-comenta-empreendedor-marcus-herndl-filho.html</link>
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<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 13:56:22 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Os baixos pre&ccedil;os do milho entre o fim do ano passado e o in&iacute;cio de 2014, &eacute;poca em que os agricultores se preparavam para plantar a segunda safra, fizeram com que pelo menos 200 mil hectares que seriam originalmente destinados ao cereal fossem semeados com soja em Mato Grosso e no Paran&aacute;.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">De acordo com o empreendor&nbsp;<a href="http://marcusherndl.com.br/" target="_blank">Marcus Herndl Filho</a>, a &aacute;rea &eacute; pouco representativa diante dos 13,5 milh&otilde;es de hectares cultivados com soja na primeira safra desses dois Estados, os maiores produtores de gr&atilde;os do pa&iacute;s. Mas crescem as preocupa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o aos efeitos dessa op&ccedil;&atilde;o em detrimento do milho, tradicional cultura da chamada safrinha.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A consultoria Agroconsult estima que o plantio de soja safrinha em Mato Grosso tenha alcan&ccedil;ado cerca de 120 mil hectares este ano, aqu&eacute;m dos 500 mil hectares que chegaram a ser cogitados pelo mercado. &ldquo;Ainda acho bastante, mas a maior parte [das lavouras] &eacute; um desastre do ponto de vista de produ&ccedil;&atilde;o e custo&rdquo;, diz Andr&eacute; Pess&ocirc;a, s&oacute;cio-diretor da consultoria.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Conforme Pess&ocirc;a, umas das preocupa&ccedil;&otilde;es &eacute; o maior uso de defensivos, em especial de fungicidas, por conta dos problemas com a ferrugem da soja. No ciclo de ver&atilde;o, costumam ser feitas tr&ecirc;s aplica&ccedil;&otilde;es do produto, n&uacute;mero que passou a seis na safrinha. &ldquo;Fazer nove aplica&ccedil;&otilde;es em um intervalo de seis meses &eacute; tamb&eacute;m submeter o fungo a uma press&atilde;o de sele&ccedil;&atilde;o gigantesca&rdquo;, afirma.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Para o consultor, o aumento da incid&ecirc;ncia de ferrugem est&aacute; diretamente relacionado &agrave; menor efici&ecirc;ncia dos defensivos, o que tem elevado a resist&ecirc;ncia do fungo. &ldquo;Por causa da soja safrinha, poderemos ter um ataque de ferrugem t&atilde;o ou mais s&eacute;rio que em 2003/04, quando a doen&ccedil;a chegou ao Brasil. Estamos &lsquo;contratando&rsquo; um problema parecido para daqui a dois ou tr&ecirc;s anos&rdquo;, prev&ecirc;.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A Bom Jesus Agro, de Rondon&oacute;polis (MT), decidiu testar o plantio de soja safrinha em 2 mil hectares. Mas Nelson Vigolo, presidente da empresa, diz que a op&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tem se mostrado muito interessante. Ele acredita que o custo de produ&ccedil;&atilde;o ficar&aacute; entre 40 e 45 sacas, semelhante ao da safra de ver&atilde;o, mas a produtividade tende a cair de 55 para at&eacute; 30 sacas, nessa compara&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Acho que valeria a pena apostar na soja nesse per&iacute;odo se houvesse algum valor agregado adicional, plantando para fazer semente, por exemplo&rdquo;, avalia. A opini&atilde;o &eacute; compartilhada pelo&nbsp;empreendedor Marcus Herndl Filho</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Segundo Nery Ribas, gerente t&eacute;cnico da Aprosoja/MT, associa&ccedil;&atilde;o que representa os produtores do Estado, muitos abandonaram as lavouras, e outros tiraram a soja para plantar milho. &ldquo;Tinha muita mosca branca na soja&rdquo;, diz.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">No Paran&aacute;, por outro lado, h&aacute; relatos apenas de casos pontuais de problemas nas lavouras de soja safrinha, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), ligado &agrave; Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A semeadura da oleaginosa na segunda safra superou as expectativas: a &aacute;rea cresceu 38% no Estado, a 111,86 mil hectares. A previs&atilde;o &eacute; de uma produ&ccedil;&atilde;o de 211,13 mil toneladas, 62% acima do ano passado. A produtividade est&aacute; estimada em 31,5 sacas por hectare.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Apesar da recente rea&ccedil;&atilde;o nos pre&ccedil;os do milho, a paridade continua favor&aacute;vel &agrave; soja. No in&iacute;cio do plantio, a saca do milho no Paran&aacute; estava entre R$ 17 e R$ 18, e a da soja, em R$ 65. Hoje, o milho est&aacute; entre R$ 22 e R$ 23, e a soja, varia de R$ 62 a R$ 63. &ldquo;Mas n&atilde;o acredito que as apostas na soja safrinha v&atilde;o se manter. Viemos de tr&ecirc;s safras de soja com pre&ccedil;os muito bons, mas sabemos que uma hora esse ciclo muda&rdquo;, diz Marcelo Garrido, economista do Deral.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Com informa&ccedil;&otilde;es do Jornal Valor</p> ]]></description>
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<title>Após subir mais de 7% em sete pregões, Ibovespa tem queda</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/politica/ap%25c3%25b3s-subir-mais-de-7%2525-em-sete-preg%25c3%25b5es-ibovespa-tem-queda.html</link>
<guid>https://artigopt.com/sociedade/politica/ap%25c3%25b3s-subir-mais-de-7%2525-em-sete-preg%25c3%25b5es-ibovespa-tem-queda.html</guid>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 09:46:18 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><span style="color: #444444; font-family: 'Open Sans', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;">A bolsa brasileira finalmente cedeu &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s sete preg&otilde;es consecutivos de alta. A piora das bolsas americanas ap&oacute;s declara&ccedil;&otilde;es do presidente&nbsp;</span><a href="https://www.whitehouse.gov/" target="_blank">Barack Obama</a><span style="color: #444444; font-family: 'Open Sans', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;">&nbsp;acabou se refletindo por aqui ontem, reduzindo um pouco o fluxo de capital externo para o preg&atilde;o. O caso &eacute; acompanhado de perto pelo gestor de empresas&nbsp;</span>Le&ocirc;nidas Herndl<span style="color: #444444; font-family: 'Open Sans', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;">. Obama disse que os Estados Unidos e a Europa est&atilde;o enfrentando um &ldquo;momento de teste&rdquo;, que desafia a ordem internacional. Em discurso realizado em Bruxelas, ele disse ainda que a anexa&ccedil;&atilde;o da Crimeia pela R&uacute;ssia viola as leis internacionais. Obama sugeriu que as san&ccedil;&otilde;es contra a R&uacute;ssia podem aumentar e afirmou que as atitudes de Moscou n&atilde;o prejudicam somente a economia da R&uacute;ssia, mas todo o sistema internacional. Por aqui, Petrobras e Vale demonstraram fraqueza ap&oacute;s as altas recentes. J&aacute; o setor banc&aacute;rio voltou a brilhar, mesmo ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o do rebaixamento dos ratings do setor pela S&amp;P na madrugada de ontem. A nota do Banco Central sobre opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito deu f&ocirc;lego ao setor, ao manter a proje&ccedil;&atilde;o de expans&atilde;o do cr&eacute;dito total neste ano em 13%. O Ibovespa fechou em baixa de 0,45%, para 47.965 pontos, com volume de R$ 6,431 bilh&otilde;es. At&eacute; ter&ccedil;a-feira, a bolsa acumulava ganho de 7,15% em sete preg&otilde;es seguidos de alta. &ldquo;Foi um dia cl&aacute;ssico de realiza&ccedil;&atilde;o de lucros ap&oacute;s uma longa sequ&ecirc;ncia de altas&rdquo;, afirmou o analista t&eacute;cnico da Clear Corretora, Raphael Figueredo. &ldquo;Como o d&oacute;lar terminou praticamente de lado [alta de 0,09%], tudo indica que n&atilde;o teve tanta entrada de capital externo na bolsa. Mas n&atilde;o foi uma queda que preocupa. O Ibovespa tem espa&ccedil;o para corrigir at&eacute; os 47 mil pontos sem perder a tend&ecirc;ncia de recupera&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse o especialista. A s&eacute;rie de ganhos encerrada anteontem foi a maior do Ibovespa desde agosto do ano passado, quando o &iacute;ndice subiu 8,75%, numa sequ&ecirc;ncia de nove dias. Figueredo v&ecirc; semelhan&ccedil;as entre os movimentos deste m&ecirc;s e o de agosto de 2013. Um deles &eacute; o rompimento gr&aacute;fico da tend&ecirc;ncia de baixa. &ldquo;No ano passado, houve uma revers&atilde;o da tend&ecirc;ncia e o mercado passou a apontar para cima&rdquo;, diz. O mesmo ocorreu agora. Outra semelhan&ccedil;a est&aacute; no comportamento de &lsquo;blue chips&rsquo;, sobretudo de a&ccedil;&otilde;es ligadas a commodities. Vale PNA subiu nos &uacute;ltimos dias com expectativas do mercado de que a China anuncie medidas para impulsionar sua economia. Em agosto, n&uacute;meros da economia chinesa ajudaram o papel. E Petrobras PN, que estava muito descontada na avalia&ccedil;&atilde;o dos operadores, se recuperou neste m&ecirc;s com a volta dos estrangeiros para o papel. Em agosto, Petrobras tamb&eacute;m reagiu, com investidores comprando as a&ccedil;&otilde;es de olho no vencimento de op&ccedil;&otilde;es que se aproximava, embalada por rumores de reajuste dos combust&iacute;veis. Ontem, Vale PNA caiu 0,39%, a R$ 27,50, e Petrobras PN recuou 0,55%, para R$ 14,40. No setor banc&aacute;rio, Ita&uacute; PN subiu 0,86%, para R$ 32,73; Bradesco PN ganhou 2,21%, a R$ 29,51; Banco do Brasil ON teve alta de 1,29%, para R$ 21,11; e Santander Unit avan&ccedil;ou 2,23%, para R$ 12,37. J&aacute; as a&ccedil;&otilde;es PN da Oi (-11,14%) lideraram as perdas ap&oacute;s a CVM decidir que os controladores poder&atilde;o votar hoje na assembleia sobre a fus&atilde;o com a Portugal Telecom. Com informa&ccedil;&otilde;es do Jornal Valor</span></p> ]]></description>
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<title>Casa & Vídeo começa a planejar o futuro, afirma Marcus Herndl Filho</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/politica/casa-and-v%25c3%25addeo-come%25c3%25a7a-a-planejar-o-futuro-afirma-marcus-herndl-filho.html</link>
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<pubDate>Fri, 04 Apr 2014 10:16:41 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Advogado que evitou a fal&ecirc;ncia da Casa &amp; V&iacute;deo e hoje &eacute; um dos donos da empresa, F&aacute;bio Carvalho diz que finalmente se sente confort&aacute;vel para planejar o futuro. N&atilde;o que tenha ficado totalmente para tr&aacute;s a crise de 2008, quando a varejista de eletroeletr&ocirc;nicos e utilidades dom&eacute;sticas quase fechou as portas. O t&iacute;quete m&eacute;dio equivale a 85% do valor pr&eacute;-crise e as vendas por metro quadrado est&atilde;o 10% abaixo das feitas h&aacute; seis anos. &ldquo;Mas o desempenho agora &eacute; mais consistente e pode ser medido&rdquo;, afirma o empreendedor&nbsp;<a href="http://marcusherndl.com.br/" target="_blank">Marcus Herndl Filho</a>.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A d&iacute;vida l&iacute;quida, em dezembro de 2013, era de R$ 130 milh&otilde;es. O lucro ficou em R$ 29 milh&otilde;es e Ebitda (lucro antes de impostos, juros, deprecia&ccedil;&atilde;o e amortiza&ccedil;&atilde;o), em R$ 84 milh&otilde;es. O faturamento chegou a R$ 1,4 bilh&atilde;o. O segundo semestre, disse Carvalho, trouxe desacelera&ccedil;&atilde;o nas vendas, mas medidas para redu&ccedil;&atilde;o de custo tomadas no fim de 2012 e no in&iacute;cio de 2013, em especial na &aacute;rea de log&iacute;stica, ajudaram no resultado.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Carvalho pretende ter mais quatro lojas neste ano; abrir uma trading de importa&ccedil;&atilde;o e planeja come&ccedil;ar a usar um novo centro de distribui&ccedil;&atilde;o, de 45 mil metros quadrados, em Queimados (RJ), em 60 dias. O galp&atilde;o est&aacute; sendo constru&iacute;do por um cons&oacute;rcio de investidores, liderados por Ces&aacute;rio Buffara, com um investimento de R$ 150 milh&otilde;es.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">&ldquo;Antes o desempenho da Casa &amp; V&iacute;deo s&oacute; se media pelas vendas. A rede anunciava, vendia o triplo das Lojas Americanas por metro quadrado, mas a despesa tamb&eacute;m era enorme. Eram 61 lojas e 6 mil funcion&aacute;rios. Agora, fazemos um encarte e consigo medir a elasticidade do pre&ccedil;o, as vendas, a sazonalidade. Sei o efeito do encarte para cada produto. O impacto da televis&atilde;o&rdquo;, conta o empres&aacute;rio.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Carvalho administra 82 lojas e quase 4 mil pessoas. Na &eacute;poca em que a rede estava em recupera&ccedil;&atilde;o judicial, em 2009, foi atra&iacute;do pelo volume de vendas. &ldquo;S&atilde;o 20 milh&otilde;es de t&iacute;quetes por ano&rdquo;, diz.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Entre 2012 e 2013, o faturamento passou de R$ 1,3 bilh&atilde;o para R$ 1,4 bilh&atilde;o. Em 2014, a expectativa &eacute; acrescentar mais R$ 100 milh&otilde;es. Embora o crescimento ainda n&atilde;o seja expressivo, o foco de Carvalho est&aacute; atr&aacute;s das lojas.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Ele precisa melhorar a gest&atilde;o dos cerca de 4 mil itens diferentes com que trabalha e ver o reflexo no resultado. &ldquo;80% da minha agenda &eacute; gasta com log&iacute;stica&rdquo;, diz. &ldquo;Vou do produto mais barato ao mais caro. S&oacute; n&atilde;o entro nos luxuosos. Estamos mais pr&oacute;ximos do mix de um supermercado do que de uma cadeia de varejo tradicional&rdquo;.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Fundada por Luigi Meloni, preso em 2008 durante a opera&ccedil;&atilde;o Neg&oacute;cio da China, da Pol&iacute;cia Federal, a Casa &amp; V&iacute;deo conquistou espa&ccedil;o no mercado por oferecer produtos baratos, muitos deles de marca pouco conhecida. O baixo pre&ccedil;o e a variedade conquistaram o consumidor, em especial classes de menor poder aquisitivo que foram melhorando a renda a partir da baixa da infla&ccedil;&atilde;o e a alta consecutiva do sal&aacute;rio m&iacute;nimo.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A estrat&eacute;gia atual &eacute; diferente. Desde 2009, o plano &eacute; ter menos espa&ccedil;o de loja e usar mais tecnologia. Os estoques sa&iacute;ram das lojas e o plano de abertura de novas unidades s&oacute; ganhou for&ccedil;a nos &uacute;ltimos meses porque o pre&ccedil;o dos im&oacute;veis estabilizou. Prevalece o uso de ferramentas de informa&ccedil;&atilde;o, que ajudam a definir desde abertura e fechamento de lojas at&eacute; mix de produtos, que n&atilde;o &eacute; o mesmo em todas as lojas pois depende do perfil do p&uacute;blico da regi&atilde;o.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">&ldquo;Temos um predom&iacute;nio proporcionalmente maior de clientes da classe C, cerca de 4% a mais do que na distribui&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o, mas nossos clientes s&atilde;o de todas as classes sociais&rdquo;, diz Carvalho, apostando na &ecirc;nfase de materiais el&eacute;tricos e ferramentas como um dos atrativos da rede. &ldquo;Isso tamb&eacute;m nos faz ter mais clientes homens que mulheres&rdquo;.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Carvalho conta que marcas pouco conhecidas est&atilde;o sendo substitu&iacute;das por outras &ndash; de primeira linha &ndash; n&atilde;o apenas para acompanhar a demanda da classe C por produtos de melhor qualidade, mas principalmente porque os indicadores de devolu&ccedil;&atilde;o ajudaram a medir o impacto no custo da empresa dessa log&iacute;stica reversa.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Ele passou a medir o n&uacute;mero de defeitos das mercadorias pela quantidade de trocas. Produtos com mais de 2% de trocas, ele deixa de comprar e ainda retira de venda. &ldquo;Antes, a ind&uacute;stria contavam com a nossa inefici&ecirc;ncia para fazer o produto ruim retornar para nos vender itens de menor qualidade. Agora, nem tentam. Muitos j&aacute; chegam para nos vender com laudo do Inmetro&rdquo;, conta.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Tudo isso torna o novo centro de distribui&ccedil;&atilde;o (CD), que ficar&aacute; em Queimados, na Zona Norte do Rio, ainda mais importante. Ele vai substituir o atual CD que, segundo o executivo, funciona em um &ldquo;puxadinho&rdquo;, o que dificulta o uso de m&aacute;quinas e torna o trabalho de abastecer cada caminh&atilde;o com v&aacute;rias mercadorias para atender a necessidade das lojas &ndash; que n&atilde;o t&ecirc;m grandes estoques &ndash; mais dif&iacute;cil. Na hierarquia da rede, o funcion&aacute;rio que acompanha os caminh&otilde;es de entregas &eacute; um dos mais importantes, junto com o fiscal de caixa. &ldquo;S&atilde;o eles que nos ajudam a ganhar tempo.&rdquo;, explica.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Na sede da empresa, em um edif&iacute;cio no bairro da Lapa, no centro da cidade do Rio, sem nenhum letreiro, Carvalho diz ter montado uma sala de guerra para monitorar a efici&ecirc;ncia desse processo. Segundo ele, o tempo m&eacute;dio de atendimento no caixa &eacute; de 1,3 minuto e a fila m&eacute;dia &eacute; de seis pessoas. No pico, que ocorre no hor&aacute;rio de almo&ccedil;o e no fim do expediente, quase todo os empregados s&atilde;o redirecionados para os caixas.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">&ldquo;Quando assumi a empresa, a loja da Praia de Botafogo tinha 140 funcion&aacute;rios. Fizemos as contas e defini que funcionaria com 40. Me disseram que n&atilde;o ia dar, mas fizemos. Hoje, j&aacute; ajustada, a loja opera com 53 pessoas&rdquo;, conta.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Esse olhar sobre os n&uacute;meros n&atilde;o diz tudo sobre o advogado que deixou uma bem sucedida carreira na &aacute;rea de recupera&ccedil;&atilde;o judicial e assumiu uma d&iacute;vida de cerca de R$ 280 milh&otilde;es na Casa &amp; V&iacute;deo. &ldquo;Estava cansado de ser o assessor do processo. Nesse mercado de assessoria, quanto melhor, mais caro voc&ecirc; &eacute; e mais r&aacute;pido o tiram do projeto&rdquo;.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">Na linha de frente, Carvalho mudou a estrat&eacute;gia de marketing da empresa, diminuiu os gastos com an&uacute;ncios e passou a trabalhar com pre&ccedil;os mais em linha com o mercado. Todo ano, ele visita a Feira de Cant&atilde;o (China), onde identifica tend&ecirc;ncias e, principalmente, consegue formar o pre&ccedil;o dos produtos que vai encomendar aos fabricantes. &ldquo;Na m&eacute;dia, estou sempre abaixo do pre&ccedil;o&rdquo;, afirma.</p>
<p style="box-sizing: border-box; border: 0px; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 16px; margin: 0px 0px 1.5em; outline: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline; color: #737373; line-height: 24px;">A pr&oacute;xima empreitada &eacute; a cria&ccedil;&atilde;o de uma trading para facilitar as importa&ccedil;&otilde;es. A proposta &eacute; maximizar a estrat&eacute;gia de desenvolver produtos internamente, buscar fornecedores no exterior e garantir exclusividade por um per&iacute;odo para o mercado brasileiro.</p> ]]></description>
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<title>Leonidas Herndl Filho comenta: queda de Ibovespa e Vale</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/politica/leonidas-herndl-filho-comenta-queda-de-ibovespa-e-vale.html</link>
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<pubDate>Tue, 18 Mar 2014 09:26:41 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">A bolsa brasileira perdeu o patamar dos 47 mil pontos ontem, pressionada principalmente pela queda de Vale. Em Wall Street, nos Estados Unidos, as bolsas tamb&eacute;m terminaram no vermelho, mas influenciam pouco no movimento do mercado brasileiro. O caso &eacute; comentado pelo empreendedor&nbsp;<a href="http://storify.com/leonidasgoodae/fgv-e-destaque-na-formac-o-de-empreendedores-no-pa" target="_blank">Le&ocirc;nidas Herndl Filho</a>.</p>
<p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">Segundo especialistas do mercado econ&ocirc;mico, o que fez pre&ccedil;o por aqui foram as preocupa&ccedil;&otilde;es com uma poss&iacute;vel desacelera&ccedil;&atilde;o do setor imobili&aacute;rio chin&ecirc;s, depois que o Banco Industrial e Comercial da China parou de conceder empr&eacute;stimos &agrave;s incorporadoras do pa&iacute;s. As principais commodities tiveram queda nos pre&ccedil;os e as a&ccedil;&otilde;es de mineradoras recuaram na bolsa de Londres.</p>
<p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">"A preocupa&ccedil;&atilde;o com a China foi t&atilde;o forte que o mercado praticamente ignorou a informa&ccedil;&atilde;o de que o pa&iacute;s deve bater novo recorde na importa&ccedil;&atilde;o de min&eacute;rio de ferro em 2014", disse&nbsp;Le&ocirc;nidas Herndl Filho.</p>
<p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">Ele lembrou que a Vale tamb&eacute;m esteve sob efeito da expectativa do balan&ccedil;o do quarto trimestre e que os n&uacute;meros, que ser&atilde;o divulgados semana que vem, podem ser positivos para a Vale</p>
<p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">O&nbsp;Ibovespa&nbsp;caiu 1,43%, para 46.715 pontos, com volume de R$ 5,306 bilh&otilde;es. Isso ocasionou a sa&iacute;da de diversos investidores do mercado. Quem continua est&aacute; operando com tiro curto, fazendo rota&ccedil;&atilde;o na carteira. Segundo proje&ccedil;&otilde;es do analista t&eacute;cnico da Clear Corretora, Raphael Figueredo, o Ibovespa acentuou a tend&ecirc;ncia de baixa ontem, sugerindo pr&oacute;ximas paradas nos 46.500 e 46.000 pontos, e objetivo nos 44.100 pontos.</p>
<p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0.5em 0px 1.5em; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 22.399999618530273px;">O momento &eacute; de tens&atilde;o e de muito cuidado, tanto para a Vale quanto para&nbsp; Ibovespa. Contudo, um avan&ccedil;o no pr&oacute;ximo trimestre poderia salvar as empresas das perdas atuais. Mas, at&eacute; o momento, estes fatores positivos s&atilde;o meras especula&ccedil;&atilde;o do mercado. S&oacute; nos basta, por fim, esperar.</p> ]]></description>
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<item>
<title>O direito administrativo e a responsabilidade dos servidores e deveres do Administrador</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/politica/o-direito-administrativo-e-a-responsabilidade-dos-servidores-e-deveres-do-administrador.html</link>
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<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 17:03:22 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p class="MsoNormal"><img src="http://www.sapiensmaster.com/ESAN/inscricoes/images/direito_empresarial.jpg" border="0" alt="direito administrativo" width="224" height="85" />O <a href="http://www.felsberg.com.br/areas-de-atuacao/direito-administrativo/" target="_blank" title="direito administrativo">Direito Administrativo</a> nada mais &eacute; do que um ramo aut&ocirc;nomo de direito p&uacute;blico interno que se concentra principalmente no estudo do n&uacute;cleo da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e das atividades dos seus integrantes. Este tipo de disciplina tem como objetivo todos os &oacute;rg&atilde;os e entidades agentes e atividades p&uacute;blicas, a sua meta &eacute; toda a sistematiza&ccedil;&atilde;o dos fins desejados pelo estado, ou seja uma &aacute;rea de interesse p&uacute;blico interessante.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Sobre a responsabilidade civil</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A responsabilidade civil nada mais &eacute; do que a obriga&ccedil;&atilde;o que se imp&otilde;e ao servidor de reparar os danos causados &aacute; Administra&ccedil;&atilde;o por culpa ou mesmo dolo no desempenho das suas fun&ccedil;&otilde;es determinadas.</p>
<p class="MsoNormal">N&atilde;o existe para o servidor a responsabilidade considerada objetiva ou ainda sem culpa. A sua responsabilidade nasce de um ato culposo e ainda lesivo, e poder&aacute; se exaurir com toda a indeniza&ccedil;&atilde;o. Esta considerada responsabilidade civil &eacute; independente das demais administrativas e criminais e ainda se apura na forma do Direito Privado, isto perante a justi&ccedil;a comum. A administra&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o poder&aacute; isentar da responsabilidade civil dos seus servidores porque n&atilde;o conta com uma disponibilidade completa sobre o patrim&ocirc;nio p&uacute;blico. O que &eacute; essencial para a exist&ecirc;ncia da responsabilidade civil bem como seus servidores porque n&atilde;o possui uma determinada disponibilidade sobre o patrim&ocirc;nio considerado p&uacute;blico. Essencial para a exist&ecirc;ncia de toda a responsabilidade civil o que &eacute; o ato considerado culposo do servidor caso ele cause um dano patrimonial &aacute; administra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Da responsabilidade criminal</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">A responsabilidade criminal nada mais &eacute; do que o resultado do cometimento de crimes considerados funcionais definidos em leis federais. E com isto o il&iacute;cito penal sujeita o servidor a responder a processos de crimes e a suportar todos os efeitos legais da condena&ccedil;&atilde;o, considerando assim o servidor p&uacute;blico, para efeitos penais quem embora possa de forma transit&oacute;ria, a maior parte dos crimes contra a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica vem definido atrav&eacute;s do c&oacute;digo penal, o que nada impede a lei especial federal estabele&ccedil;a . os estados membros e os munic&iacute;pios n&atilde;o podem legislar sobre os crimes funcionais j&aacute; que a mat&eacute;ria &eacute; de direito penal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal"><a name="_GoBack"></a>&nbsp;</p> ]]></description>
</item>

</channel>
</rss>

