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<title>Latest Articles by Zoomarine</title>
<link>https://artigopt.com/</link>
<description>Artigos do ArtigoPT</description>
<language>pt-PT</language>
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<title>Ao Sabor da Corrente - Uma existência fugaz</title>
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<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:15:31 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p lang="pt-PT"><span>Um document&aacute;rio realizado pela BBC demonstrou que uma esp&eacute;cie de camale&atilde;o existente no sudeste de Madag&aacute;scar (</span><em><a href="http://www.arkive.org/labords-chameleon/furcifer-labordi/#text=Facts" target="_blank">Furcifer labordi</a></em><span>), tem uma longevidade incrivelmente reduzida de apenas 5 meses, sendo o vertebrado terrestre com o menor ciclo de vida.</span></p>
<p lang="pt-PT">Durante a &eacute;poca seca apenas existem ovos da esp&eacute;cie, que t&ecirc;m um per&iacute;odo de 8 meses de incuba&ccedil;&atilde;o, e todos os ovos eclodem no come&ccedil;o da &eacute;poca h&uacute;mida. Ap&oacute;s a eclos&atilde;o, os indiv&iacute;duos crescem rapidamente, alimentando-se da abund&acirc;ncia de insectos existentes. As f&ecirc;meas quando atingem a maturidade sexual, adquirem uma colora&ccedil;&atilde;o exuberante, atraindo desta forma os machos. Ap&oacute;s o acasalamento, as f&ecirc;meas colocam os ovos e todos os adultos morrem.</p>
<p lang="pt-PT">Este document&aacute;rio mostra ent&atilde;o as 12 semanas de vida de uma esp&eacute;cie dif&iacute;cil de estudar, pela sua curta longevidade, comportamento secreto e camuflagem, e a transforma&ccedil;&atilde;o pela qual os indiv&iacute;duos passam desde crias a adultos.</p>
<p>Encontre mais artigos no Blogue Educacional do Zoomarine.<br class="clear" /></p> ]]></description>
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<title>Ao Sabor da Corrente - Disrupção em cadeia</title>
<link>https://artigopt.com/educacao/ciencia/ao-sabor-da-corrente-disrup%25c3%25a7%25c3%25a3o-em-cadeia.html</link>
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<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 09:50:30 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Um estudo recente publicado no jornal online PloS One descreve uma rela&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica j&aacute; conhecida mas ainda n&atilde;o identificada neste contexto ecol&oacute;gico particular. A donzela-de-tr&ecirc;s-pintas (Dascyllus trimaculatus), tem vindo a destruir por&ccedil;&otilde;es de recifes de coral para &ldquo;plantar&rdquo; jardins de algas, fundamentais para a sua dieta assim como ber&ccedil;&aacute;rio.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Pensava-se inicialmente que este comportamento estava associado &agrave; aus&ecirc;ncia dos seus predadores, como garoupas e chernes, devido &agrave; sobre-pesca. Segundo este estudo, o comportamento n&atilde;o est&aacute;, afinal, associado a esta aus&ecirc;ncia mas &agrave; escassez de lugares para estes peixes viverem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A donzela-de-tr&ecirc;s-pintas tem como h&aacute;bito ecol&oacute;gico destruir por&ccedil;&otilde;es de um coral particular (chifre-de-veado), coral este com uma taxa de crescimento muito elevada e que lhes proporciona um ambiente f&iacute;sico seguro para protec&ccedil;&atilde;o, alimenta&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o. Ecologicamente, mesmo quando aquele peixe destr&oacute;i algumas por&ccedil;&otilde;es de coral, este tem sempre algumas estruturas intactas e consegue recuperar. Com a crescente press&atilde;o ecol&oacute;gica nos recifes de coral (polui&ccedil;&atilde;o, destrui&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, etc.), os corais chifre-de-veado t&ecirc;m vindo a desaparecer, o que faz com que as donzelas passem a destruir corais de outras esp&eacute;cies com taxas de crescimento mais lentas... e o resultado &eacute; &oacute;bvio. A destrui&ccedil;&atilde;o antes controlada do ponto de vista ecol&oacute;gico, agora est&aacute; a levar ao desaparecimento progressivo dos corais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Embora seja fundamental garantir a presen&ccedil;a dos predadores daqueles peixes, &eacute; fulcral manter as popula&ccedil;&otilde;es dos corais chifre-de-veado como estrat&eacute;gia basal de conserva&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal">Encontre mais artigos no <a href="http://zoomarineblogue.blogs.sapo.pt" target="_blank">Blog Educacional do Zoomarine</a>.</p>
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<title>Ao Sabor da Corrente - Um Pequeno Passo para a Salvação</title>
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<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 13:13:23 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Globalmente, as esp&eacute;cies de anf&iacute;bios est&atilde;o em decl&iacute;nio acentuado, em grande parte devido &agrave; ac&ccedil;&atilde;o de um fungo patog&eacute;nico (Batrachochytrium dendrobatidis). Uma das esp&eacute;cies fustigadas por este agente e que est&aacute; classificada pela UICN, Uni&atilde;o Mundial para a Conserva&ccedil;&atilde;o, como criticamente amea&ccedil;ada &eacute; a Hyloscirtus colymba.<br /><br />Agora, gra&ccedil;as aos esfor&ccedil;os do Panama Amphibian Rescue e de um projecto de conserva&ccedil;&atilde;o local, foi poss&iacute;vel reproduzir pela primeira vez esta esp&eacute;cie sob cuidados humanos. O maneio desta esp&eacute;cie &eacute; extremamente complicado, estando os respons&aacute;veis pelo projecto conscientes que podem n&atilde;o alcan&ccedil;ar o sucesso pretendido a curto prazo, mas acreditam estar no caminho certo para salvarem esta e outras esp&eacute;cies de anf&iacute;bios.</p>
<p>Encontre mais artigos no <a href="http://zoomarineblogue.blogs.sapo.pt/2011/07/" target="_blank">Blog Educacional do Zoomarine</a>.</p> ]]></description>
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<title>Vampiros no Vietname</title>
<link>https://artigopt.com/educacao/ciencia/vampiros-no-vietname.html</link>
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<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 12:48:40 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Seria de esperar que, ao falar de vampiros, esta pequena not&iacute;cia relatasse a exist&ecirc;ncia de uma esp&eacute;cie de mam&iacute;feros voadores, mais conhecidos como morcegos, que habitasse as florestas do Vietname... mas a realidade nem sempre &eacute; o que esperamos.<br /><br />Primeiramente encontrado em 2008, o vampiro aqui mencionado &eacute;, na realidade, um anf&iacute;bio com apenas 5 cent&iacute;metros que habita apenas uma regi&atilde;o espec&iacute;fica das florestas do Sul do Vietname. De h&aacute;bitos&nbsp; integralmente arb&oacute;reos, nunca se dirige para o solo, usando as &aacute;rvores inclusive para a deposi&ccedil;&atilde;o dos ovos. Embora n&atilde;o sejam genuinamente sugadores de sangue, os girinos apresentam presas semelhantes a caninos, assemelhando-se aos &ldquo;tradicionais&rdquo; vampiros e da&iacute; a sua designa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Encontre mais artigos no <a href="http://zoomarineblogue.blogs.sapo.pt/2011/07/" target="_blank">Blog Educacional do Zoomarine</a>.</p>
<p><span style="font-size: 13px; color: #43454c;"></span></p> ]]></description>
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<title>Ao Sabor da Corrente - O que come o zooplâncton?</title>
<link>https://artigopt.com/educacao/ciencia/ao-sabor-da-corrente-o-que-come-.html</link>
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<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 05:29:21 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><span style="color: #43454c; font-size: 13px;">Um&nbsp;<a href="http://www.pnas.org/content/early/2011/01/13/1012807108" target="_blank">estudo recente</a>&nbsp;veio comprovar a import&acirc;ncia dos cursos de &aacute;gua para a cadeia tr&oacute;fica aqu&aacute;tica, mas agora alimentando os animais (zoopl&acirc;ncton) presentes no mar alto, bem distantes de terra.&nbsp;<br /><br />O estudo da dieta de tr&ecirc;s esp&eacute;cies de zoopl&acirc;ncton atrav&eacute;s da composi&ccedil;&atilde;o do seu corpo, conduzido pelo Dr. Jonathan J. Cole, investigador do&nbsp;<em>Cary Institute of Ecosystem Studies</em>, demonstrou que, contrariamente ao assumido at&eacute; agora, este grupo de animais n&atilde;o se alimenta somente de algas mas tamb&eacute;m de detritos origin&aacute;rios dos cursos de &aacute;gua (1/3 do seu peso corporal).<br /><br />Esta descoberta abre agora uma nova janela para a forma como o sistema continental influencia o sistema oce&acirc;nico, uma vez que at&eacute; agora os lagos e afins eram estudados de forma isolada ou muito localizada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #43454c; font-size: 13px;">Encontre mais artigos no Blog Educacional do Zoomarine.</span></p>
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<title>Ao Sabor da Corrente - O Reverso da Medalha</title>
<link>https://artigopt.com/educacao/ciencia/ao-sabor-da-corrente-o-reverso-da-medalha.html</link>
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<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 04:49:30 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><span style="color: #43454c; font-size: 13px;">Na natureza s&atilde;o muitos os exemplos de estrat&eacute;gias utilizadas pelas esp&eacute;cies para dissuadir ou eludir potenciais predadores. No caso de lagartas da borboleta-branca-da-couve (<em>Pieris brassicae</em>), a estrat&eacute;gia utilizada para dissuadir os seus predadores apresenta s&eacute;rios custos para a sua pr&oacute;pria sobreviv&ecirc;ncia.<br /><br />Esta esp&eacute;cies &eacute; conhecida por regurgitar couve semi-digerida, que liberta um odor desagrad&aacute;vel que, por sua vez, repele os seus predadores. Apesar de muitas vezes conseguirem escapar aos predadores, cerca de 40% das larvas que utilizam esta t&eacute;cnica acabam por morrer antes de chegarem &agrave; fase de borboleta... e as que chegam, acabam por produzir metade da descend&ecirc;ncia.&nbsp;<br /><br />A equipa de investigadores brit&acirc;nicos que conduziu este&nbsp;<a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2011/01/110125103822.htm" target="_blank">estudo</a>&nbsp;n&atilde;o conseguiu estabelecer todas as rela&ccedil;&otilde;es que levam a este tipo de comportamento, mas ficou refor&ccedil;ado que a presen&ccedil;a de predadores&nbsp; pode ser de extrema import&acirc;ncia para o controlo de pragas em &aacute;rea de agr&iacute;colas.</span></p>
<p><span style="color: #43454c; font-size: 13px;">Encontre mais artigos no Blog Educacional do Zoomarine.</span></p> ]]></description>
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<title>Ao Sabor da Corrente - Sexo e Parasitas</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/ao-sabor-da-corrente-sexo-e-parasitas.html</link>
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<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 09:44:34 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>Um recente artigo publicado no jornal <a href="http://www.jstor.org/action/showPublication?journalCode=amernatu&amp;" target="_blank"><em>American Naturalist</em></a> sugere que o sexo, &agrave; parte da sua fun&ccedil;&atilde;o central na biologia das esp&eacute;cies, poder&aacute; ter evolu&iacute;do como uma defesa contra parasitas. <br /><br />A reprodu&ccedil;&atilde;o assexuada poderia ser considerada a melhor forma de, adaptativamente, garantir a continuidade das esp&eacute;cies, uma vez que cada organismo gera um ou mais organismos. Comparativamente &agrave; reprodu&ccedil;&atilde;o sexuada, na qual s&atilde;o necess&aacute;rios dois organismos para produzir, pelo menos, um novo organismo, as contas s&atilde;o f&aacute;ceis de fazer. A reprodu&ccedil;&atilde;o assexuada tem o dobro da capacidade reprodutiva da sexuada.<br /><br />Uma das hip&oacute;teses propostas nesta investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; que os parasitas garantem que os organismos com reprodu&ccedil;&atilde;o assexuada n&atilde;o se reproduzam em demasia. Uma vez que cada descendente tem os mesmos genes que o progenitor, estes ter&atilde;o as mesmas vulnerabilidades gen&eacute;ticas aos parasitas, vulnerabilidades estas exploradas pelos &uacute;ltimos e que podem condicionar uma popula&ccedil;&atilde;o inteira. Ao inv&eacute;s, os organismos com reprodu&ccedil;&atilde;o sexuada, sejam progenitores ou descendentes, apresentam uma grande variabilidade gen&eacute;tica, protegendo-se, portanto, com maior efic&aacute;cia dos parasitas. Assim, em teoria, a reprodu&ccedil;&atilde;o sexuada ajuda as suas popula&ccedil;&otilde;es a manterem uma maior estabilidade.<br /><br />Segundo o artigo, algumas experi&ecirc;ncias j&aacute; tentaram testar esta teoria na natureza. Com recurso a esp&eacute;cies com ambas estrat&eacute;gias reprodutivas, verificaram que inicialmente as vers&otilde;es assexuais multiplicam-se rapidamente mas, uma vez introduzido um parasita, a longo prazo vingam as vers&otilde;es sexuadas.<br /><br />&Eacute;, portanto, uma vantagem evolutiva ter uma estrat&eacute;gia reprodutiva sexuada.</p>
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<title>Ao Sabor da Corrente - Porque dormimos, afinal?</title>
<link>https://artigopt.com/sociedade/actualidades/ao-sabor-da-corrente-porque-dormimos-afinal.html</link>
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<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 09:48:03 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><span style="widows: 2; text-transform: none; text-indent: 0px; border-collapse: separate; font-family: 'Times New Roman'; white-space: normal; orphans: 2; letter-spacing: normal; color: #000000; font-size: medium; word-spacing: 0px; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #43454c; font-size: 13px;">Passamos um ter&ccedil;o das nossas vidas a dormir mas os investigadores ainda n&atilde;o conseguiram decifrar o seu fundamento... o que &eacute; certo &eacute; que todos os animais, de uma forma ou de outra, dormem.<br /><br />As teorias passam desde a manuten&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro (que inclui a consolida&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria),&nbsp; revers&atilde;o dos &ldquo;estragos&rdquo; provocados pelo stress oxidativo enquanto acordados, &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da longevidade. At&eacute; &agrave; data, no entanto, nenhuma das teorias est&aacute; completamente fundamentada.<br /><br />Uma nova investiga&ccedil;&atilde;o realizada por Jerome Siegel, director do<span>&nbsp;</span><em><a href="http://www.semel.ucla.edu/sleepresearch" target="_blank">Center for Sleep Research at the Semel Institute for Neuroscience and Human Behavior</a></em><span>&nbsp;</span>na Universidade da Calif&oacute;rnia, conclui agora que a principal fun&ccedil;&atilde;o de dormir passa por aumentar a efici&ecirc;ncia e minimizar o risco para o animal ao regular a dura&ccedil;&atilde;o e timing dos seus comportamentos.<br /><br />Esta conclus&atilde;o prende-se com estudos realizados pela sua equipa em v&aacute;rios animais e seus padr&otilde;es de sono e comparam-nos com... plantas e microorganismos. Todos estes organismos vivos t&ecirc;m, ao contr&aacute;rio do que se pensava, padr&otilde;es de dorm&ecirc;ncia que indiciam que afinal a inactividade caracter&iacute;stica de dormir pode n&atilde;o estar associada ao c&eacute;rebro, uma vez que plantas e microorganismos nem sistema nervoso possuem.<span>&nbsp;</span><br /><br />Assim, dormir estar&aacute; possivelmente associado a processos de conserva&ccedil;&atilde;o de energia, assim como benef&iacute;cios para a sobreviv&ecirc;ncia como a redu&ccedil;&atilde;o do risco de les&otilde;es associadas ao movimento, redu&ccedil;&atilde;o do consumo de recursos e, do ponto de vista evolutivo, redu&ccedil;&atilde;o do risco de detec&ccedil;&atilde;o por parte de predadores.</span></span></p>
<p><span style="widows: 2; text-transform: none; text-indent: 0px; border-collapse: separate; font-family: 'Times New Roman'; white-space: normal; orphans: 2; letter-spacing: normal; color: #000000; font-size: medium; word-spacing: 0px; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #43454c; font-size: 13px;">Encontre mais artigos no <a href="http://zoomarineblogue.blogs.sapo.pt" target="_blank">Blog&nbsp;Educacional do Zoomarine</a>.</span></span></p> ]]></description>
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