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<title>Latest Articles by effectivity</title>
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<description>Artigos do ArtigoPT</description>
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<title>Compras online batem recorde em Portugal</title>
<link>https://artigopt.com/internet/compras-online-batem-recorde-em-portugal.html</link>
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<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 08:25:22 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>A internet &eacute; cada vez mais um meio escolhido pelos portugueses para  fazer as suas compras. No final de 2010, dois milh&otilde;es de internautas  nacionais ter&atilde;o adquirido 3,2 mil milh&otilde;es de euros em bens e servi&ccedil;os  atrav&eacute;s do seu computador pessoal, um aumento de 23 por cento face a  2009.</p>
<p>"A compra atrav&eacute;s da internet tem evolu&iacute;do bastante nos &uacute;ltimos anos.  A taxa de penetra&ccedil;&atilde;o da internet em Portugal j&aacute; ultrapassa os 50 por  cento da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa e, destes, cerca de 20 por cento [o triplo  do que o que se verificava em 2005] j&aacute; utiliza regularmente as compras  'online' atrav&eacute;s do seu computador pessoal", disse o presidente da  Associa&ccedil;&atilde;o do Com&eacute;rcio Electr&oacute;nico e Publicidade Interactiva (ACEPI),  Alexandre Nilo Fonseca.</p>
<p>Em 2005, o n&uacute;mero de portugueses que compravam regularmente na  internet representava cerca de 7 por cento e em 2009 era cerca de 16 por  cento. Em 2015, as vendas 'online' representar&atilde;o cerca de 5,9 mil  milh&otilde;es de euros, o que corresponde a 3,5 por cento do Produto Interno  Bruto (PIB).</p>
<p>Os h&aacute;bitos dos portugueses t&ecirc;m vindo a mudar e apesar de no 'top' das  vendas se manterem os livros, discos, inform&aacute;tica e telem&oacute;veis, o  vestu&aacute;rio e a alimenta&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m crescido bastante, segundo presidente da  ACEPI.</p>
<p>Contudo, o grande destaque, para Alexandre Nilo Fonseca, &eacute; o aumento  da compra de servi&ccedil;os 'online', na &aacute;rea do bilhetes para espect&aacute;culos,  transportes, como os comboios e avi&otilde;es, ou seja, todo um conjunto de  servi&ccedil;os que n&atilde;o estavam dispon&iacute;veis e hoje come&ccedil;am a ter um peso  significativo.</p>
<p>Em evolu&ccedil;&atilde;o est&atilde;o tamb&eacute;m os 'sites' portugueses a conquistar cada vez  mais espa&ccedil;o aos estrangeiros. "Hoje os portugueses j&aacute; compram mais em  'sites' portugueses do que em estrangeiros. &Eacute; uma tend&ecirc;ncia que se veio  invertendo ao longo dos &uacute;ltimos anos, o que tem a ver com a maior  disponibiliza&ccedil;&atilde;o e oferta dos nossos 'sites' e com o facto de aquilo que  se comprava a n&iacute;vel internacional estar cada vez mais dispon&iacute;vel a  n&iacute;vel nacional", explicou.</p>
<p>Apesar de n&atilde;o existir uma contabiliza&ccedil;&atilde;o total e integral, a ACEPI j&aacute;  tem registado no seu direct&oacute;rio mais de 800 'sites' de vendas 'online'.</p>
<p>E quando n&atilde;o compram, os internautas tomam cada vez mais as suas decis&otilde;es de compra na internet.</p>
<p>"Hoje, o processo de decis&atilde;o &eacute; muito feito atrav&eacute;s da internet, j&aacute;  existem tr&ecirc;s milh&otilde;es de portugueses a fazer isso, mas n&atilde;o compram  necessariamente 'online'. No sector autom&oacute;vel, todos os 'sites' t&ecirc;m  configuradores e comparadores, de cr&eacute;dito do autom&oacute;vel, e para saber  quanto custa, mas depois compram o autom&oacute;vel no 'stand'", exemplificou.</p>
<p>Por outro lado, a utiliza&ccedil;&atilde;o do multibanco, enquanto rede de  aquisi&ccedil;&atilde;o de produtos e servi&ccedil;os, &eacute; uma 'nuance' de Portugal, onde a  taxa de penetra&ccedil;&atilde;o &eacute; a maior da Europa. Se se incluir o valor das  opera&ccedil;&otilde;es de pagamentos em caixas multibanco, o valor do com&eacute;rcio  electr&oacute;nico total em Portugal em 2009 foi de 17,3 mil milh&otilde;es de euros  (11 por cento do PIB).</p>
<p>Em 2015, o valor do com&eacute;rcio electr&oacute;nico total em Portugal alcan&ccedil;ar&aacute;  quase 20 mil milh&otilde;es de euros, ou seja, um valor equivalente a 11,8 por  cento do PIB, excluindo as opera&ccedil;&otilde;es de pagamento de servi&ccedil;os em ATM.</p>
<p>fonte: Briefing</p> ]]></description>
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