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<title>Latest Articles by Daniel Peixxe</title>
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<description>Artigos do ArtigoPT</description>
<language>pt-PT</language>
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<title>Pro Tools, Logic, Cubase, Nuendo, Sonar... Afinal, qual é o melhor programa de áudio? (PARTE III – O melhor dos tempos)</title>
<link>https://artigopt.com/arte-e-entertenimento/musica/pro-tools-logic-cubase-nuendo-sonar-afina.html</link>
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<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 07:48:41 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>
<div style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm; font-family: Times; font-size: medium;">
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; No texto anterior eu falei do surgimento dos teclados categorizados como&nbsp;<strong>Workstation</strong>. Apenas para recapitular: esses teclados resumiam em um &uacute;nico equipamento um&nbsp;<strong>Controlador</strong>, que nada mais &eacute; do que o teclado em si (teclas), um&nbsp;<strong>Gerador de Som</strong>, que nada mais &eacute; do que um m&oacute;dulo de som interno, e um&nbsp;<strong>Sequenciador</strong>, que nada mais &eacute; do que um software capaz de gravar, organizar, manipular e salvar as informa&ccedil;&otilde;es MIDI que ser&atilde;o redirecionadas ao gerador de som e &agrave; porta MIDI. Pois bem, esse &eacute; o conceito de uma esta&ccedil;&atilde;o de trabalho e foi justamente por ter trazido &agrave; luz esse conceito que os teclados Workstation deram uma das mais valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para a evolu&ccedil;&atilde;o da tecnologia musical. O que conhecemos hoje como DAW, Digital Audio Workstation, &eacute; a evolu&ccedil;&atilde;o natural desse conceito.</p>
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<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; No tempo em que os teclados Workstation surgiram, caracter&iacute;sticas como a&nbsp;<strong>Polifonia</strong>&nbsp;(n&uacute;mero de vozes simult&acirc;neas), a capacidade de armazenamento de&nbsp;<strong>Eventos MIDI</strong>&nbsp;(dados que comp&otilde;em uma sequencia), o n&uacute;mero de pistas do sequenciador e a presen&ccedil;a ou n&atilde;o de uma unidade de disquete (floppy disk 3.5&rdquo;) para armazenamento externo de dados eram diferenciais important&iacute;ssimos e cada um desses itens encarecia, e muito, o valor final do produto. Veja voc&ecirc; o que &eacute; a evolu&ccedil;&atilde;o da tecnologia: nos dias de hoje, uma esta&ccedil;&atilde;o de trabalho de &aacute;udio digital das mais simples tem um poder de fogo incrivelmente superior ao melhor dos teclados Workstation daqueles tempos. E ningu&eacute;m se preocupa tanto com polifonia, n&uacute;mero de eventos por m&uacute;sica, quantidade de pistas. Que dir&aacute; com capacidade de armazenamento!</p>
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<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; A verdade &eacute; que as novas gera&ccedil;&otilde;es de m&uacute;sicos tem a sorte de viver no melhor dos tempos. Hoje &eacute; poss&iacute;vel ter uma esta&ccedil;&atilde;o de trabalho dedicada &agrave; m&uacute;sica com uma infinidade de ferramentas de excelente qualidade por um pre&ccedil;o relativamente irris&oacute;rio. Registrar um trabalho n&atilde;o &eacute; mais um grande problema como era h&aacute; poucos anos. Disponibilizar esse trabalho ao p&uacute;blico tamb&eacute;m &eacute; relativamente simples em tempos de Youtube, Facebook, Blogs, sites convencionais - nos moldes da era &ldquo;ponto com&rdquo; - &nbsp;ou alguma outra forma dispon&iacute;vel na internet. J&aacute; n&atilde;o &eacute; mais necess&aacute;rio vender a alma a uma gravadora e entrar no jogo (sujo) de compra e venda de espa&ccedil;o (e pessoas) nos ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o convencionais que imperaram durante s&eacute;culo XX. &Eacute; claro que esses ve&iacute;culos ainda tem (e sempre ter&atilde;o) enorme influ&ecirc;ncia e s&atilde;o determinantes para abarcar um n&uacute;mero bem maior de seguidores. Tamb&eacute;m &eacute; claro que as gravadoras ainda existem, embora muito enfraquecidas, e continuam fazendo esse mesmo jogo com bastante &ecirc;xito, por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a. Mas o que &eacute; legal salientar &eacute; que esse monop&oacute;lio acabou. Eles j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o mais a &uacute;nica porta de entrada, o &uacute;nico meio de contato. E a tend&ecirc;ncia &eacute; que seu poder diminua ano ap&oacute;s ano, como j&aacute; vem acontecendo. Mas esse assunto &eacute; vast&iacute;ssimo e foge do escopo do que estamos abordando aqui. Vou dedicar alguns textos exclusivamente sobre isso num futuro pr&oacute;ximo.</p>
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<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; Pois bem: e quais s&atilde;o as op&ccedil;&otilde;es que esse &ldquo;Brave New World&rdquo; nos oferece? Pro Tools, Logic, Cubase, Nuendo, Sonar... Afinal, qual &eacute; o melhor programa de &aacute;udio? Quer uma resposta curta e grossa? Prepare-se pois tenho certeza que ser&aacute; um tanto quanto decepcionante. N&atilde;o existe O MELHOR programa de &aacute;udio. Decepcionado? N&atilde;o fique! Isso &eacute; excelente porque implica em op&ccedil;&otilde;es de escolha. Tenha certeza absoluta de uma coisa: sua m&uacute;sica n&atilde;o ser&aacute; melhor se for gravada no Avid Pro Tools nem pior se for gravada em um Cakewalk Sonar. O Apple Logic poder&aacute; fazer muito pouco por uma m&uacute;sica ruim assim como o Steinberg Cubase/Nuendo n&atilde;o ser&aacute; capaz, por si s&oacute;, de estragar uma pe&ccedil;a de boa qualidade. Voltamos ao princ&iacute;pio: o mais importante de tudo &eacute; o substrato, a cria&ccedil;&atilde;o musical.</p>
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<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; Felizmente, no atual est&aacute;gio da ind&uacute;stria de softwares para produ&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sica, a maioria dos desenvolvedores oferece aos seus clientes programas f&aacute;ceis de serem operados, com integra&ccedil;&atilde;o total de &aacute;udio e MIDI, todas as ferramentas b&aacute;sicas para uma boa capta&ccedil;&atilde;o, edi&ccedil;&atilde;o e finaliza&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m se manterem abertos para a utiliza&ccedil;&atilde;o de softwares de expans&atilde;o, os famosos plug-ins, que aumentam consideravelmente a efici&ecirc;ncia dos programas. Por&eacute;m, h&aacute; um mito no ar de que o Pro Tools &eacute; a melhor DAW entre todas as DAWs dispon&iacute;veis. Isso n&atilde;o &eacute; verdade. Repito: ISSO N&Atilde;O &Eacute; VERDADE! Mas &eacute; verdade que o sistema da Avid adquiriu ao longo do tempo esse status. E por que ele adquiriu esse status? &Eacute; o que veremos no pr&oacute;ximo texto. At&eacute; l&aacute;!</p>
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<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; Abra&ccedil;os a todos,</p>
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<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; DANIEL PEIXXE</p>
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<title>Pro Tools, Logic, Cubase, Nuendo, Sonar... Afinal, qual é o melhor programa de áudio? (PARTE II – Um pouco de história)</title>
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<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 08:45:21 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ffffff; font-family: Times; font-size: medium; border: 0px initial initial;">
<p class="separator" style="clear: both; text-align: center; margin: 0px;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-MPBAeUVWJak/TmWzlKUGIlI/AAAAAAAAEMY/DKBe2QLLs6c/s1600/Evolution.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/-MPBAeUVWJak/TmWzlKUGIlI/AAAAAAAAEMY/DKBe2QLLs6c/s320/Evolution.jpg" border="0" width="320" height="211" /></a></p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; H&aacute; n&atilde;o muito tempo existiam apenas algumas categorias de softwares dedicados a produ&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sica. Nem precisamos ir muito longe. No come&ccedil;o dos anos 90 essas categorias eram, basicamente, as seguintes:</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; -&nbsp;<strong>Sequenciadores</strong>&nbsp;(ex.: Cakewalk, Logic, Power Tracks);</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; -&nbsp;<strong>Programas de nota&ccedil;&atilde;o</strong>&nbsp;(ex.: Encore, Finale);</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; -&nbsp;<strong>Multi-pistas</strong>&nbsp;(ex.: Pro Tools, que em sua primeira vers&atilde;o, de 1991, oferecia 4 pistas de &aacute;udio e custava U$ 6.000,00!);</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; -&nbsp;<strong>Arranjo autom&aacute;tico</strong>&nbsp;(ex.: Band-in-a-box).</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; A tecnologia digital ainda era cara e invi&aacute;vel para o &aacute;udio. Os computadores de mesa n&atilde;o eram artigos comuns - especialmente em pa&iacute;ses como o Brasil - e t&atilde;o pouco eram capazes de responder &agrave;s exig&ecirc;ncias de processamento demandadas pelo &aacute;udio digital. Os m&uacute;sicos tinham pavor de sequenciadores, um pouco por preconceito outro pouco por pregui&ccedil;a de aprenderem a linguagem MIDI, que &eacute; bastante complicada. Os programas de nota&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m eram caros, dif&iacute;ceis de serem manipulados e nem sempre produziam partituras de f&aacute;cil leitura. E o que dizer dos programas de arranjo autom&aacute;tico? Soavam t&atilde;o amadores quanto os teclados inteligentes da linha E da Roland (absolutamente nada contra esses equipamentos mas eles foram projetados para o p&uacute;blico amador). Nesse cen&aacute;rio, os gravadores de rolo, o papel pautado, o l&aacute;pis e a borracha ainda eram as melhores op&ccedil;&otilde;es.</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; Na segunda metade da d&eacute;cada de 80, os&nbsp;<em>set-ups</em>&nbsp;de teclados e m&oacute;dulos de sons conectados em sequencia via MIDI (em um tipo de liga&ccedil;&atilde;o conhecida como&nbsp;<em>daisy</em>&nbsp;<em>chain</em>), come&ccedil;aram a ser frequentes nos palcos e especialmente nos est&uacute;dios de grava&ccedil;&atilde;o. As possibilidades de combina&ccedil;&otilde;es eram imensas mas, basicamente, duas formas de&nbsp;<em>set-up</em>&nbsp;eram mais comuns:</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; 1.&nbsp;<strong>Teclado Controlado</strong>r +&nbsp;<strong>Sequenciador</strong>&nbsp;+&nbsp;<strong>Teclados Escravos</strong>&nbsp;e/ou&nbsp;<strong>M&oacute;dulos de Som</strong>. O&nbsp;<strong>Controlador</strong>&nbsp;(<em>Master Keyboard</em>) era respons&aacute;vel, como o pr&oacute;prio nome sugere, por controlar e acessar todos os&nbsp;<strong>M&oacute;dulos de Som</strong>&nbsp;e/ou&nbsp;<strong>Teclados Escravos</strong>&nbsp;e tamb&eacute;m para gerar as informa&ccedil;&otilde;es MIDI para o&nbsp;<strong>Sequenciador</strong>. Um&nbsp;<strong>Controlador</strong>&nbsp;vastamente utilizado foi o&nbsp;<strong>Roland A-80</strong>, que tinha amplo controle do protocolo MIDI, extens&atilde;o e a&ccedil;&atilde;o de piano. Um exemplo de&nbsp;<strong>Sequenciador</strong>&nbsp;tamb&eacute;m usado &agrave; exaust&atilde;o &eacute; o&nbsp;<strong>Roland MC-50</strong>. J&aacute; entre os muitos&nbsp;<strong>M&oacute;dulos de Som</strong>&nbsp;que a ind&uacute;stria despejou no mercado um que merece destaque &eacute; o&nbsp;<strong>E-mu Protheus</strong>.</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p class="separator" style="clear: both; text-align: center; margin: 0px;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-3x2a8-EzXcs/TmWvUksoFHI/AAAAAAAAEMM/IgzkyIaxju0/s1600/Set+Up1.jpg"><img src="http://4.bp.blogspot.com/-3x2a8-EzXcs/TmWvUksoFHI/AAAAAAAAEMM/IgzkyIaxju0/s400/Set+Up1.jpg" border="0" width="400" height="182" /></a></p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; 2.&nbsp;<strong>Workstation</strong>&nbsp;+&nbsp;<strong>Modulos de Som</strong>. Essa segunda configura&ccedil;&atilde;o veio um pouco mais tarde quando surgiram os teclados do tipo&nbsp;<strong>Workstation</strong>&nbsp;que eram capazes de desempenhar o papel de&nbsp;<strong>Controlador</strong>,&nbsp;<strong>M&oacute;dulo de Som</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Sequenciador</strong>&nbsp;ao mesmo tempo. Os demais m&oacute;dulos ligados via MIDI ampliavam ainda mais as possibilidades s&ocirc;nicas do&nbsp;<em>set-up</em>. O&nbsp;<strong>Korg M1</strong>, lan&ccedil;ado em 1988, foi o primeiro grande sucesso dessa categoria. Outros exemplos s&atilde;o o&nbsp;<strong>Roland W-30</strong>&nbsp;(que tamb&eacute;m incorporava um sampler), o&nbsp;<strong>Korg 01/W</strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>Ensoniq TS-12</strong>. Essa categoria de teclados continua viva no mercado e em constante evolu&ccedil;&atilde;o. Veja o exemplo do&nbsp;<strong>Korg Kronos</strong>, lan&ccedil;ado neste ano de 2011, o&nbsp;<strong>Yamaha Motif XF</strong>, evolu&ccedil;&atilde;o de seu impressionante predecessor&nbsp;<strong>Yamaha Motif XS</strong>, ou o&nbsp;<strong>Alesis Fusion 8HD</strong>.</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p class="separator" style="clear: both; text-align: center; margin: 0px;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-mvbUjzY-ddA/TmWvpRtiThI/AAAAAAAAEMQ/ptD6yijYcOQ/s1600/Set+up+2.jpg"><img src="http://4.bp.blogspot.com/-mvbUjzY-ddA/TmWvpRtiThI/AAAAAAAAEMQ/ptD6yijYcOQ/s400/Set+up+2.jpg" border="0" width="400" height="140" /></a></p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; Esses&nbsp;<em>set-ups</em>, dependendo de sua complexidade, eram dif&iacute;ceis de serem gerenciados e bastante suscept&iacute;veis a erros. Se por um lado lev&aacute;-los aos palcos era uma aventura perigosa, por outro eles elevavam as apresenta&ccedil;&otilde;es a um novo patamar. Quando tudo transcorria bem, a rea&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico era sempre positiva e de surpresa. Eu tive a sorte de ser maluco o suficiente para correr esse risco in&uacute;meras vezes e fui brindado com momentos maravilhosos. &Eacute; claro que tamb&eacute;m tive algumas dores de cabe&ccedil;a. Mas, se minha mem&oacute;ria n&atilde;o me trai, uma e apenas uma vez tive um problema incontorn&aacute;vel que obrigou a banda a parar e pular para a pr&oacute;xima m&uacute;sica (fazendo de conta que nada tinha acontecido). Por sorte ou por compaix&atilde;o n&atilde;o fui demitido!</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; J&aacute; no ambiente dos est&uacute;dio esses instrumentos foram mais do que bem vindos e come&ccedil;aram a produzir resultados muito interessantes que chamaram a aten&ccedil;&atilde;o das pessoas que trabalhavam no ramo. M&uacute;sicos, produtores e executivos de grandes gravadoras come&ccedil;aram a ver nesse caminho um mundo de possibilidades bastante promissoras. A tecnologia musical, vagarosamente, come&ccedil;ou a ganhar mais e mais adeptos.</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; No pr&oacute;ximo texto vamos continuar vendo como se deu a evolu&ccedil;&atilde;o at&eacute; as atuais plataformas de &aacute;udio digital. At&eacute; l&aacute;!</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; Abra&ccedil;os,</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp; DANIEL PEIXXE</p>
<p style="margin: 0px;"><strong><br /></strong></p>
<p style="margin: 0px;">&nbsp; &nbsp;&nbsp;PS: Quem tiver interesse e quiser se aprofundar ainda mais, procure ouvir o trilha sonora do filme Carruagens de Fogo (<em>Chariots of Fire</em>), composta por Vangelis Papathanassiou. Essa foi a primeira trilha de cinema totalmente feita com sintetizadores e outros instrumentos eletr&ocirc;nicos, quebrando o paradigma das trilhas orquestrais. A fus&atilde;o dos mundos ac&uacute;stico e eletr&ocirc;nico teve aqui um marco decisivo e representou, especialmente no campo da composi&ccedil;&atilde;o de trilhas para cinema, um verdadeiro divisor de &aacute;guas. Nesta obra tamb&eacute;m est&atilde;o as ra&iacute;zes de muitas esta&ccedil;&otilde;es de trabalho baseadas em sintetizadores que surgiram nos anos subsequentes, inclusive as configura&ccedil;&otilde;es das quais tratei neste texto.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-bottom: 0.5em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center; padding: 6px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<p style="margin: 0px;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-9pTqkNiIw-M/TmWv_IkoPHI/AAAAAAAAEMU/D_50T2lYKWQ/s1600/Vangelis.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/-9pTqkNiIw-M/TmWv_IkoPHI/AAAAAAAAEMU/D_50T2lYKWQ/s200/Vangelis.jpg" border="0" width="200" height="133" /></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="font-size: 13px; padding-top: 4px; text-align: center;">
<p style="margin: 0px;">Vangelis Papathanassiou</p>
<div><br /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Pro Tools, Logic, Cubase, Nuendo, Sonar... Afinal, qual é o melhor programa de áudio? (PARTE I)</title>
<link>https://artigopt.com/arte-e-entertenimento/musica/pro-tools-logic-cubase-nuendo.html</link>
<guid>https://artigopt.com/arte-e-entertenimento/musica/pro-tools-logic-cubase-nuendo.html</guid>
<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 07:40:51 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;Essa &eacute; uma das perguntas que mais ou&ccedil;o por a&iacute;. J&aacute; presenciei discuss&otilde;es acaloradas entre colegas de profiss&atilde;o que optaram por usar uma ou outra plataforma, cada um defendendo o programa de sua escolha como se esse fosse o representante leg&iacute;timo da supremacia em &aacute;udio. Bem, eis o que penso a respeito disso: &eacute; uma discuss&atilde;o in&oacute;cua. N&atilde;o perca o seu tempo com essas baboseiras! Pense no processo de cria&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sica da seguinte forma: a id&eacute;ia que est&aacute; fervilhando em sua cabe&ccedil;a &eacute; a sua <em>cidade de origem</em> e a m&uacute;sica finalizada, pronta para ser apreciada por seus f&atilde;s, clientes ou amigos, &eacute; sua <em>cidade de destino</em>. Os programas de &aacute;udio nada mais s&atilde;o do que as estradas que te conduzem de um ponto a outro. E acreditem em mim, TODAS essas estradas te levam ao destino final.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Observe o que nos mostra a hist&oacute;ria recente da m&uacute;sica. H&aacute; pouqu&iacute;ssimo tempo atr&aacute;s os m&uacute;sicos tinham apenas os gravadores anal&oacute;gicos multi-pistas para percorrer esse caminho. Pense que esse tipo de equipamento (que eu usei muito e adoro!) era uma tortuosa e perigosa estrada de ch&atilde;o batido (a compara&ccedil;&atilde;o &eacute; justa pois era preciso ser bastante experiente para operar essas m&aacute;quinas com efici&ecirc;ncia). Muito bem, de posse dessa alternativa os artistas daquele n&atilde;o long&iacute;nquo tempo produziram obras fant&aacute;sticas. Veja o exemplo do The Beatles, Pink Floyd ou Led Zeppelin, para citar apenas alguns. Todos esses caras colocaram suas id&eacute;ias musicais dentro de uma velha e surrada perua Combi, se meteram pela estradinha de terra de uma ou duas polegadas e registraram verdadeiras obras-primas. E a&iacute; eu te pergunto: o respons&aacute;vel por esses &ecirc;xitos foi o gravador de rolo? <em>&ldquo;Ah, o &aacute;lbum The Dark Side of the Moon do Pink Floyd s&oacute; se tornou um divisor de &aacute;guas na hist&oacute;ria do classic rock porque foi gravado em um Tascam de duas polegadas&rdquo;</em> (estou dizendo isso a t&iacute;tulo de exemplo, nem sei que m&aacute;quina foi usada e pouco importa). De jeito nenhum! O mais importante sempre foi e sempre ser&aacute; a id&eacute;ia matriz, o substrato musical, a cria&ccedil;&atilde;o. Esse &eacute;, definitivamente, o grande segredo. Portanto, a minha primeira dica, antes de mais nada, &eacute; de que voc&ecirc; deve sempre concentrar suas energias nos processos criativos. Afinal, qual &eacute; o nosso grande objetivo? Criar m&uacute;sica, n&atilde;o &eacute; mesmo?</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Por&eacute;m, o fato de que a escolha do programa de &aacute;udio n&atilde;o aumenta nem diminui a qualidade do seu trabalho do ponto de vista musical n&atilde;o quer dizer que esses programas n&atilde;o tenham absolutamente nenhuma import&acirc;ncia nesse processo. Tamb&eacute;m n&atilde;o quer dizer que eles sejam todos iguais. Eles s&atilde;o importantes para o trabalho do registro de uma pe&ccedil;a, seja ela da natureza que for, e eles tem diferen&ccedil;as entre si que muitas vezes ajudam outras atrapalham. Voltando a raciocinar segundo a analogia das <em>cidades </em><span style="font-style: normal;">fica mais f&aacute;cil entender: umas estradas oferecem um asfalto em melhor qualidade por&eacute;m tem mais postos de ped&aacute;gio, outras tem uma paisagem mais bonita e por isso tornam a viagem mais agrad&aacute;vel embora sejam mais longas, outras ainda s&atilde;o curtas e n&atilde;o tem ped&aacute;gio mas est&atilde;o em p&eacute;ssimas condi&ccedil;&otilde;es e podem tornar a viagem uma verdadeira dor de cabe&ccedil;a.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-style: normal;"> &Eacute; exatamente sobre isso que vamos conversar em meu pr&oacute;ximos textos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-style: normal;"> At&eacute; l&aacute;!</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-style: normal;"> DANIEL PEIXXE</span></p>
<p>&nbsp;</p> ]]></description>
</item>
<item>
<title>Pro Tools, Logic, Cubase, Nuendo, Sonar... Afinal, qual é o melhor programa de áudio? (PARTE I)</title>
<link>https://artigopt.com/arte-e-entertenimento/musica/pro-tools-logic-cubase-nuendo-sonar-afinal-qual-%C3%A9-o-melhor-programa-de-%C3%A1udio-parte-i.html</link>
<guid>https://artigopt.com/arte-e-entertenimento/musica/pro-tools-logic-cubase-nuendo-sonar-afinal-qual-%C3%A9-o-melhor-programa-de-%C3%A1udio-parte-i.html</guid>
<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 07:40:49 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;Essa &eacute; uma das perguntas que mais ou&ccedil;o por a&iacute;. J&aacute; presenciei discuss&otilde;es acaloradas entre colegas de profiss&atilde;o que optaram por usar uma ou outra plataforma, cada um defendendo o programa de sua escolha como se esse fosse o representante leg&iacute;timo da supremacia em &aacute;udio. Bem, eis o que penso a respeito disso: &eacute; uma discuss&atilde;o in&oacute;cua. N&atilde;o perca o seu tempo com essas baboseiras! Pense no processo de cria&ccedil;&atilde;o de m&uacute;sica da seguinte forma: a id&eacute;ia que est&aacute; fervilhando em sua cabe&ccedil;a &eacute; a sua <em>cidade de origem</em> e a m&uacute;sica finalizada, pronta para ser apreciada por seus f&atilde;s, clientes ou amigos, &eacute; sua <em>cidade de destino</em>. Os programas de &aacute;udio nada mais s&atilde;o do que as estradas que te conduzem de um ponto a outro. E acreditem em mim, TODAS essas estradas te levam ao destino final.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Observe o que nos mostra a hist&oacute;ria recente da m&uacute;sica. H&aacute; pouqu&iacute;ssimo tempo atr&aacute;s os m&uacute;sicos tinham apenas os gravadores anal&oacute;gicos multi-pistas para percorrer esse caminho. Pense que esse tipo de equipamento (que eu usei muito e adoro!) era uma tortuosa e perigosa estrada de ch&atilde;o batido (a compara&ccedil;&atilde;o &eacute; justa pois era preciso ser bastante experiente para operar essas m&aacute;quinas com efici&ecirc;ncia). Muito bem, de posse dessa alternativa os artistas daquele n&atilde;o long&iacute;nquo tempo produziram obras fant&aacute;sticas. Veja o exemplo do The Beatles, Pink Floyd ou Led Zeppelin, para citar apenas alguns. Todos esses caras colocaram suas id&eacute;ias musicais dentro de uma velha e surrada perua Combi, se meteram pela estradinha de terra de uma ou duas polegadas e registraram verdadeiras obras-primas. E a&iacute; eu te pergunto: o respons&aacute;vel por esses &ecirc;xitos foi o gravador de rolo? <em>&ldquo;Ah, o &aacute;lbum The Dark Side of the Moon do Pink Floyd s&oacute; se tornou um divisor de &aacute;guas na hist&oacute;ria do classic rock porque foi gravado em um Tascam de duas polegadas&rdquo;</em> (estou dizendo isso a t&iacute;tulo de exemplo, nem sei que m&aacute;quina foi usada e pouco importa). De jeito nenhum! O mais importante sempre foi e sempre ser&aacute; a id&eacute;ia matriz, o substrato musical, a cria&ccedil;&atilde;o. Esse &eacute;, definitivamente, o grande segredo. Portanto, a minha primeira dica, antes de mais nada, &eacute; de que voc&ecirc; deve sempre concentrar suas energias nos processos criativos. Afinal, qual &eacute; o nosso grande objetivo? Criar m&uacute;sica, n&atilde;o &eacute; mesmo?</p>
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<p style="margin-bottom: 0cm;">Por&eacute;m, o fato de que a escolha do programa de &aacute;udio n&atilde;o aumenta nem diminui a qualidade do seu trabalho do ponto de vista musical n&atilde;o quer dizer que esses programas n&atilde;o tenham absolutamente nenhuma import&acirc;ncia nesse processo. Tamb&eacute;m n&atilde;o quer dizer que eles sejam todos iguais. Eles s&atilde;o importantes para o trabalho do registro de uma pe&ccedil;a, seja ela da natureza que for, e eles tem diferen&ccedil;as entre si que muitas vezes ajudam outras atrapalham. Voltando a raciocinar segundo a analogia das <em>cidades </em><span style="font-style: normal;">fica mais f&aacute;cil entender: umas estradas oferecem um asfalto em melhor qualidade por&eacute;m tem mais postos de ped&aacute;gio, outras tem uma paisagem mais bonita e por isso tornam a viagem mais agrad&aacute;vel embora sejam mais longas, outras ainda s&atilde;o curtas e n&atilde;o tem ped&aacute;gio mas est&atilde;o em p&eacute;ssimas condi&ccedil;&otilde;es e podem tornar a viagem uma verdadeira dor de cabe&ccedil;a.</span></p>
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<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-style: normal;"> &Eacute; exatamente sobre isso que vamos conversar em meu pr&oacute;ximos textos.</span></p>
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<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-style: normal;"> At&eacute; l&aacute;!</span></p>
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<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-style: normal;"> DANIEL PEIXXE</span></p>
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<title>Introdução ao blog</title>
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<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 15:21:38 +0000</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><span style="line-height: 18px; font-family: lucida, verdana, sans-serif; font-size: 12px;"> </span></p>
<p style="margin-top: 2px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; padding: 0px;"><span style="color: #373737; font-family: Georgia, Utopia, 'Palatino Linotype', Palatino, serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">O meu&nbsp;<a href="http://danielpeixxe.blogspot.com/" target="_self">blog</a>&nbsp;foi criado 2007. Inicialmente, as publica&ccedil;&otilde;es eram impress&otilde;es pessoais sobre diversos assuntos sem qualquer pretens&atilde;o.<br /><br />Agora, estou vivendo um novo momento profissional e quero dividir meus conhecimentos com quem tenha interesse por assuntos relacionados a m&uacute;sica e desdobramentos dessa atividade.&nbsp;Este espa&ccedil;o&nbsp;me parece &oacute;timo para celebrarmos esses encontros.<br /><br />Todos os textos que ser&atilde;o publicados n&atilde;o visam - em hip&oacute;tese alguma - esgotar o assunto. Por&eacute;m, pessoas que est&atilde;o iniciando agora seu caminho no mercado de trabalho da m&uacute;sica poder&atilde;o encontrar informa&ccedil;&otilde;es valiosas que ajudar&atilde;o a tornar essa estrada menos tortuosa. Todas as opni&otilde;es, coment&aacute;rios e d&uacute;vidas ser&atilde;o benvindos: critiquem, concordem, discordem, mostrem outro lado, outros caminhos ou uma solu&ccedil;&atilde;o diferente para o problema proposto.<br /><br />&Eacute; importante que a gente deixe no plano privado ju&iacute;zos pessoais para abrirmos um canal de di&aacute;logo num n&iacute;vel mais pragm&aacute;tico, onde aspectos t&eacute;cnicos e objetivos poder&atilde;o ser debatidos entre profissionais que militam nos mais diversos nichos. Assim, cada um contribuir&aacute; com suas experi&ecirc;ncias e n&oacute;s poderemos expandir nossos horizontes, afinal, como diz a velha m&aacute;xima, ningu&eacute;m sabe tanto que n&atilde;o possa aprender e ningu&eacute;m sabe t&atilde;o pouco que n&atilde;o possa ensinar.<br /><br />Estarei regularmente escrevendo sobre os mais diversos temas relacionados ao mercado de m&uacute;sica e se voc&ecirc; deixar o seu email no campo "SIGA POR EMAIL" a gente vai estar em contato permanente. Voc&ecirc; receber&aacute; uma notifica&ccedil;&atilde;o em seu email sempre que tivermos novidades.<br /><br />Um abra&ccedil;o,<br /><br />Daniel Peixxe</span></p>
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